Fotos Com a Irmã Caçula (Parte 3)

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Esta é a terceira parte da história ( FOTOS DA IRMÃ CAÇULA )

AVISO : ( CONTÉM A DESCRIÇÃO DE SEXO ENTRE MENOR. SE NÃO CONCORDA NÃO LEIA )

Esta é a continuação do meu relato de envolvimento sexual com minha irmã caçula de 8 anos.
Suávamos muito, apesar de não estar tão frio. Mas por segurança, A casa estava toda fechada, inclusive vidros e cortinas. Vamos tomar um banho falei.
Ela dengosa continuava deitada. Levantei. Eu estava com a roupa do trabalho ainda. A camisa social estava encharcada. Puxei-a pelo braço, ela veio meio a contra gosto.
Meu pau pressionava a cueca e calça, chegando a doer. Estava ansioso por me livrar daquela tortura. A única coisa que havia soltado era o cinto. Ela veio fazendo corpo mole. Liguei o chuveiro no morno e fiz com que entrasse. Retirei minha roupa mais rápido que pude. Meu pau saltou. Eu possuio uma ferramenta normal mas, aquele dia parecia maior e estava bem mais vermelho e pulsava de tesão. No início, relutei em entrar no box, mas procurei agir com naturalidade. Ela no início olhou com curiosidade pois já havia me visto nú. Mas, nunca de pau duro. Apontou e deu um sorriso.
– Posso tomar banho com você perguntei ( pois nunca havíamos tomado banho juntos. Quando menor já havia dado banho mas não nessas condições.
Ela abriu mais a cortina do box para eu passar. Procurando demonstrar naturalidade, enquando ela passava Shampoo Johnson no cabelo eu me ensaboava. Fiquei enrolando esperando que terminasse de passar o creme nos cabelos. Aproveitei para olhar melhor suas formas e contornos. Ela era magrinha mas tinha os contornos bem definidos. Comecei a ensaboar. E, aproveitei para iniciar uma conversa franca com ela. Apesar de 8 anos, era bem madura e entendia as coisas bem.
Não recordo o diálogo exatamente mas foi esse o conteúdo: ( tirei-a fora do chuveiro, comecei a passar o sabonete e espalhar e massagear com as mãos. )
– Demorava e alisava nas suas partes íntimas ( Nádegas, cú, bucetinha, pelvis- Ela tinha cócegas nos seios e barriga)
-Tá gostando?
– Fez um sim com a cabeça
– E da nossa brincadeira no quarto?
– Toooooooooo ( falou com um jeito sapeca)
– Você gosta quando encosto aqui em você ( buceta )
– Fez um sim com a cabeça….
……………………………………( silêncio )
Comecei a excitá-la novamente. Eu massageava ela por trás. Sua bunda, seu cuzinho e sua rachinha.
Ela logo arqueou a perna e eu fiz com que empinasse a bunda para ter melhor visão. Como estava ficando frio, entramos no chuveiro novamente. Um de frente para o outro. Abracei. Ela tinha a altura um pouco abaixo dos meus mamilos. Entre nós me pau duro que encostava no seu peito. Ela olhou com curiosidade.
– Pega ( pedi ) e me afastei. Ela encostou um dedo na cabeça…
Antes que retirasse, peguei sua mãozinha e fiz com que segurasse e comecei os movimentos de vai e vem no me pau.
Eu estava muito excitado. Gozei muito rápido e intenso. Minha porra cobriu seu peito e escorreu pela barriga. Ela olhou assustada no começo, mas depois passou a olhar e tocar curiosa a porra da mão e da sua barriga. Por estarmos com o chuveiro ligado, logo a água limpou. Terminamos o banho sem dizer nada. Mas eu precisava aprofundar nossa conversa.
Enxuguei seus cabelos e falei para se vestir. Ela foi para o seu quarto e eu para o meu.
Mas, eu ainda estava com muito tesão. O pau continuava com uma semi-ereção. Acreditava que ela também pois eu havia parado 2 vezes.
Coloquei uma cueca samba canção e camiseta. Ela havia vestido seu pijama.
_ Tati, precisamos conversar
— O que?
– Sobre o que a gente está fazendo ( e apontei para meu pau e para sua vagina )
– Ela ficou séria.
– Você sabe o que é?
– A gente está namorando
– Você já tinha feito com alguém isso?
– Naaaaaaao
– Então como você sabe?
– Minhas amigas no colégio falam
– Falam do que?
– Como é namorar. Algumas namoram.
– Mas a gente não poderia namorar….
– Por que?
– Porque nós somos irmãos…
-Irmão não pode?
– Não…..
– A gente não vai mais fazer?
– Podemos se ninguém ficar sabendo. Eu não conto para ninguém…
– Eu também não
– Segredo nosso?
– Segredo…..
– A gente não pode fazer nada quando tiver gente. Só quando estivermos sózinhos, certo?
– Certo, abrindo um sorriso e fazendo positivo.
– Tá com fome?
– Fez uma cara de nojo…
– O que que você quer fazer agora?
– Ela abriu um sorrisão e me abraçou…
Eu sabia que ela ainda estava com vontande pois havia excitado ela 2 vezes e interrompido.
Eu havia desenvolvido uma fixação pelos lábios dela. Começamos a nos beijar. Agora sem selinho. Beijo boca escancarada, molhado, língua. E, ela estranha um pouco mas longo entrava no clima. Enquanto tirava minha roupa, ela tirava a dela. Fiz com que sentasse no sofá, colocasse as pernas encima e abrisse. Ajoelhei e comecei a chupar. Ela já estava toda molhada…. Só que desta vez, eu também queria aproveitar. Parei, levantei e mostrei o cacete para ela. Ela olhou curiosa.
– Vem cá
Obediente veio
-Pega. ( Pela primeira vez ela tinha oportunidade de ver com detalhes um pinto duro) Ele pulsava….
Olhou um tempo e começou a explorar timidamente. Primeiramente tocando a cabeça com os dedos. Fiz com que segurasse com as 2 mãos e iniciasse o movimento de vai- vem.
Ela aprendia rápido. Aquele rosto angelical tão próximo a cabeça do meu pau, me incitava a aproximar dos seus lábios. Mas, preferi não arriscar e assustar. Queria que fosse tudo o mais natural possível e agradável para ela. Era minha grande preocupação. E, a qualquer sinal de desconforto ou incômodo eu pararia imediatamente. Ela era a pessoa que mais amava nesta terra. Agora, também iniciando um amor diferente. De homem para mulher.
Não queria que ela perdesse o interesse. Fiz com que deitasse, encolhesse e abrisse as pernas. Separei os lábios da sua bucetinha que continuava molhada. Pedi que segurasse os grandes lábios e mantivesse aberta.
Comecei a passar o pau na sua rachinha. Ia do ânus até uns 2 cm acima do seu pequeno clitóris já bastante duro. Ela gemia, eu gemia.
Fiquei muito tempo segurando minha gozada. Quando ela começou a perder a lubrificação, continuei usando minha saliva e a dela. Ela voltava a ficar molhada. A determinada altura não resisti. Gozei. Direcionei o jato para sua bucetinha toda aberta. Foi um gozo intenso mas como havia gozado no banheiro, mais líquido. Ela ainda gemia. Ainda sob efeito do gozo, abaixei minha cabeça e comecei a chupar e lamber aquela mistura de nossas secreções, salivas e porra. Abri o máximo que pude e encaixei o seu clitóris entre meus lábios e comecei a chupar. Ela se contorcia feito uma serpente e gemia. Com as mãos ela controlava seu tesão afastando ou permitindo que continuasse a chupar. Até que afastou definitivamente meu rosto. Nós ofegávamos, o suor escorria. Sorri ela correspondeu. Sentei no sofá, fiz com que sentasse no meu colo virada para mim e comecei a beijá-la carinhosamente. Olhos nos olhos. Ali tive a certeza de haver algo mais entre nós. Havíamos ultrapassado a barreira de irmãos…