Meu Lado Lésbica: Descabacei a Amiguinha da Faculdade

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Ultimamente não tenho passado por tantas aventuras prazerosas, pelo menos não tanto quanto gostaria. Mas nas ultimas semanas, passei por uma experiência maravilhosa e que vale a pena ser contada. Então, let’s go!

As vezes sou indecisa e um tanto confusa com minhas decisões, mas confesso que estou passando dos limites.

Ano passado tive alguns contratempos e fui obrigada a trancar a faculdade. Fiquei um ano afastada e em fevereiro deste ano, voltei. Mas desta vez repensei sobre minha vida profissional e mudei de área escolhendo um novo curso, mesmo sendo péssima em cálculos optei por Engenharia Mecânica. Tenho 28 anos, não posso me dar ao luxo de ficar escolhendo cursos onde não serei bem remunerada como profissional, e ficar pulando de galho em galho é desperdício de tempo e dinheiro, já perdi tempo demais com escolhas “erradas”.

As aulas começaram, e logo de cara era a única menina numa turma de 33 meninos, além dos professores que também eram todos homens. Uma área realmente voltada para homens, mas como sempre, gosto de causar impacto nas pessoas.

Cursei o primeiro semestre com um pouco de dificuldade para me adaptar a uma área completamente diferente da minha. Muitos homens, piadinhas machistas, mas levo na brincadeira e algumas coisas prefiro ignorar.

No segundo semestre fui surpreendida por outra garota na turma: a Pandora. Pois bem, mais uma para compartilhar comigo das piadinhas machistas.

Mas antes de mais nada, tem um pequeno detalhe que nunca relatei em nenhum de meus contos, e quero deixar claro neste. Revelo somente a pessoas que confio e considero importantes. ADORO MULHERES, TANTO QUANTO HOMENS. A primeira lembrança que tenho em relação a isso foi aos 6 anos, quando brincava de casinha com minhas primas e amiguinhas da mesma rua. Odiava bonecas, meu negócio mesmo era carrinhos e bonecos dos Power Rangers, mas topava brincar com as meninas de casinha com uma única condição: que me deixassem ser o “papai” das bonecas, pois assim podia beijar as meninas na boca. Ainda tinha minha motoca, aquela de criança com três rodas apenas, gostava de ir na garupa esfregando a perereca na bundinha das outras meninas. Mas minha mãe sempre me sondava brincando, descobria e me colocava de castigo, e pra minha tristeza não podia mais brincar com elas. Quando paro pra pensar hoje, as vezes me assusto, daquele tamanho, com apenas 6 anos, eu já me masturbava até gozar, e já gostava de fazer safadezas com minhas amiguinhas

Desde pequena sou muito feminina, vaidosa, adoro saltos e andar bem arrumada, bonita e chamando atenção dos homens, o que pra mim é lei. A vaidade me acompanhou na adolescencia e assim é até hoje.

Sou exigente com relação a homens, não é qualquer homem que me atrai e me interessa, e com mulher sou ainda mais exigente. Portando encontrar uma garota com tantas qualidades que me agrade, é difícil, e que goste de buceta assim como eu, a dificuldade dobra.

Mas Pandora atende exatamente a todas as minhas exigências, além de inteligente é linda demais. Branquinha, mais ou menos da minha estatura, em torno de 1,60, coxas grossas, barriga chapada, seios médios e empinados, cabelos naturalmente loiros que ondulam sobre sua bunda redondinha. Por trás da armação branca e redonda dos óculos, cílios longos e olhos lindamente azuis enfeitam seu rosto rosado e delicado, como o de uma boneca de porcelana, lábios grossos realçados pelo brilho labial de todos os dias que ela adorava passar.

Na primeira semana fizemos amizade, o fato de ser mos as únicas meninas na turma, fez com que passassemos a sentar juntas todos os dias.

Pandora era minha amiga mas, não podia contar pra ela sobre esse meu lado, pois ela não me veria mais com os mesmos olhos, e consequentemente se tivesse alguma chance, colocaria tudo a perder.

Adorava sentir o perfume doce que se misturava com o cheiro das roupas dela. Sempre limpinha e cheirosa. Sem contar a paciência que tem comigo, me explica a matéria sempre que necessário, com uma voz calma, doce e delicada. Pandora era mesmo linda, e me fascinava.

Toda sexta-feira era uma tortura, pois veria a Pandora de novo somente na segunda-feira. Quase morria de saudades e de desejar estar com ela. Acho que estava apaixonada por ela.

Pra minha sorte, a Pandora não tem namorado, acabou de sair do ensino médio e disse que ficara apenas com 2 garotos da escola, mas que ainda era virgem. Ah que delícia, bucetinha ainda com cabacinho, o fato dela ainda não ter experimentado sexo, aquela inocência de não saber como é ser penetrada por uma rola grossa e gostosa, me deu muito tesão.

Aos finais de semana, o desejo tomava conta de mim, cada vez que lembrava daqueles peitos branquinhos que era possível ver pelo decote da blusa, sentia uma vontade enorme de pegar naqueles seios durinhos.

Sonhava com ela a noite toda. Sonhava que a beijava deliciosamente, lambia e acaraciava aquele corpo, aquela bunda maravilhosa, acordava tão molhada que a siririca pela manhã era obrigatória.

Na segunda- feira, na sala de aula, ficava ansiosa esperando a Pandora chegar. E lá vem ela, linda e cheirosa, e dessa vez com uma calça leging tão apertada, que pude ver aquela bucetona estalando sob a calça…que delícia de buceta, estufadinha e carnuda. Era tanto desejo, tanta vontade de chupar aquela buceta, no meio da aula parei tudo o que estava fazendo e corri pro banheiro, bati duas siriricas seguidas, demorei tanto pra voltar pra sala de aula, que quando voltei a aula havia acabado.

Ficamos tão amigas que fazíamos tudo juntas, trabalhos, atividades complementares, comíamos juntas e, a melhor parte, íamos ao banheiro juntas. Gostava de ir ao banheiro nos andares mais vazios, pois era mais silencioso, fazia questão de deixa la ir primeiro enquanto segurava suas coisas, pois assim podia escutar o barulhinho do jato do xixi saindo com força junto do gemidinho gostoso de alívio. Era o suficiente pra aumentar ainda mais o meu tesão.

Depois de estudar tanto o semestre todo, ainda tinha alguns trabalhos pra ajudar a completar a média semestral, e como estudavamos das 7:30 as 12:50 de segunda á sexta, sobrava apenas sábado e domingo para fazer os tais trabalhos. Então, marcamos no sábado á noite, 19hs na casa da Pandora para elaborar a parte escrita do trabalho.

Chegando em sua casa, Pandora me recebeu normalmente com um simples beijo no rosto e me mandou entrar. Entrei reparando na roupa que ela usava: um shortinho curto de pijama socado naquele rabo gostoso. A blusinha de alça bem fina com plumas rosa, mostrando deliciosamente a lateral de seus peitos, mais uma vez desejei lamber aqueles seios tão novinhos e pontudos por cima da roupa.

Mal conseguia elaborar o trabalho, pois Pandora me fazia perder o raciocínio cada vez que se debrussava na mesa e sua blusa se afastava dos peitos mostrando suas auréolas grandes e rosadas. Ela chegava tão perto que dava pra sentir o cheirinho do brilho labial de morango.

Terminamos o trabalho ás 22hs com muito sacrifício, a Pandora já estava cansada, e eu com tesão e a calcinha melada. Ela insistiu pra que ficasse pois ja estava tarde, e fosse embora somente do dia seguinte pela manhã mas, meu marido não iria gostar que eu dormisse na casa de alguém que ele não conhece. Então me despedi e fui embora arrependida por não ter aceitado o convite dela. Aproveitei o ônibus vazio pelo horário, sentei no último banco, siririquei meu grelo e gozei lembrando dos bicos dos peitos da Pandora. Estava ficando louca e tarada por ela, gozar no ônibus era demais.

Na semana seguinte, o professor avisou que teria uma atividade valendo dois pontos na média. Explicou que seria uma visita na Usina Nuclear de Angla dos Reis, para entender o funcionamento geral de conversão de energia nuclear em energia elétrica. Após a visita, seria elaborado um relatório detalhado que seria entregue como atividade complementar. A visita aconteceria no dia 1 de novembro e todos os alunos iriam por conta própria e se encontrariam na Usina no horário e local combinados.

Imaginei como seria gostoso fazer esse passeio somente nós duas, era uma chance de tentar algo com ela. Pandora ficou na dúvida se toparia o passeio, pois estava sem dinheiro pra pagar hotel e o vôo. Foi então que tivemos a idéia de cada uma comprar sua passagem aérea mas dividir a conta do hotel. Ela gostou da idéia, e compramos as passagens juntas no mesmo dia para não corrermos o risco de ficarmos em lugares separados.

Viajamos á noite, no dia 31, e no dia da viagem, meu marido nos deixou no aeroporto. Anciosa pra ficar sozinha com a Pandora, falei para o meu marido que ele podia ir embora e que aguardaríamos a chamada do vôo e, então ele foi embora.

Embarcamos e sentamos em nossas poltronas que era uma do lado da outra, não queria ficar um segundo longe da Pandora. Ela era inocente, nunca desconfiou de nada, já eu, era maldosa e safada. Inventava que a calça dela estava suja pra poder passar a mão na bunda dela, ou falava que havia gostado de seu soutien pra ver ela mostrar seus peitos deliciosos.

O vôo foi rápido. Ao pousarmos no aeroporto pegamos um taxi e fomos para o hotel que eu havia reservado e pago tudo sozinha com antecedencia, Angra Beach, pertinho da praia. Ficaríamos hospedadas do dia 31 de outubro ao dia 4 de novembro, não avisei Pandora pois queria fazer surpresa, e claro passar mais tempo com ela e aumentar minhas chances de tentar chupar aquela buceta carnuda.

Chegamos no hotel, avisei a Pandora que dividiríamos o mesmo quarto e que era cama de casal, ela concordou sem contestar. Fizemos o check in e fomos para o nosso quarto, desfiz as mochilas enquanto Pandora foi ao banheiro. Corri atrás dela pra ver ela fazer aquele xixi gostoso, mas ela fechou a porta, consegui escutar apenas o barulhinho.

Ela saiu do banheiro e perguntou se eu também estava com fome, respondi que sim e descemos para jantar.

Jantamos e voltamos para o quarto. Pandora sentou se na cama exausta e disse:

-Vou tomar um banho e dormir, amanhã a visita na usina é as sete não é?

-Sim Pan, é melhor agente descansar, amanhã o dia vai ser puxado.

Sentei na poltrona preta ao lado da janela pra tirar os sapatos, quando olhei para o lado a Pandora estava tirando a roupa, e apenas de calcinha e soutien perguntou:

– Ai amiga, estou tirando a roupa aqui mesmo. Você não liga né, estou tão cansada.

Paralisei, não conseguia ouvir nada do que ela falava, não podia perder ela tirando o resto. Mesmo assim respondi rapidamente:

– Pode tirar tudo Pan, toma um banho gostoso pra gente ver um filme até pegar no sono.

-Boa idéia Ca.

Tirou o soutien deixando aparecer aqueles seios maravilhosos e pontudos, balançavam com o movimento que ela fazia em uma perna só, pra tirar a calcinha…e tirou. Ahhh que delicía de buceta, carnuda como eu imaginara antes, rosadinha e com poucos pêlos curtos, lábios gordinhos e volumosos. Que ninfetinha safada, tão novinha e com uma bucetinha tão deliciosa. Fiquei louca de desejo. Queria chupar aquela buceta de qualquer jeito.

Deixou suas roupas no tapete da entrada no banheiro, me chamou pra fazer companhia pra ela durante o banho, e entrou no box do chuveiro. Com a desculpa de pegar as roupas dela do chão, olhei desfarçadamente ela ligando o chuveiro e fazendo um xixi gostosinho no chão. A água caia com força sobre seus peitos redondos e escorria através do pêlos da bucetinha dela.

Peguei as roupas dela do chão, mas quando peguei a calcinha não resisti, tive que cheirar. Aquele cheiro de buceta que não era a minha me excitava demais, aproveitei que ela estava no banho e bati uma siririca gostosa, dessa vez com minha rola de borracha. Cheirando aquela calcinha usada o dia todo por ela, gozei lambendo e chupando o fundo daquela calcinha, o tesão era tanto que eu dizia em voz alta: “ai Pandora que perereca cheirosa, me deixa te chupar, por favor”. Posso até me masturbar com uma rola de borracha, mas na hora da gozada, é na buceta da Pandora que penso.

Ela ouviu do chuveiro e perguntou:

-Você falou alguma coisa? Repete porque não ouvi direito.

Enrolei a calcinha dela no restante da roupa e guardei na mochila dela. Fui até a porta do banheiro e falei:

-Não Pan. Estou falando sozinha.

Ela riu e desligou o chuveiro. Saiu enrolada numa toalha colocou o mesmo shortinho enfiado no rabo de sempre

Colocamos um filme no Netflix: O poderoso chefão, já havia assistido e confesso que é um dos meus preferidos, mas Pandora ainda não.

Deitamos na cama, e Pandora ofereceu sua mão pra eu segura la. Não exitei. Não só segurei carinhosamente como passei o dedão sobre o dorso de sua mão até que ela dormiu, com apenas 20 minutos de filme.

Desliguei a tv, a abracei de concha sentindo o perfume de seus longos cabelos, do shampoo de camomila que ela usava. Tirei meu shortinho e encostei minha buceta em sua bunda, meu grelo endureceu instantaneamente, esfreguei de leve em sua nádega, apenas encostando algumas vezes, encochei e gozei silenciosamente e rápido, creio que em menos de um minuto, pois estava muito excitada pela idéia de estar dormindo com a Pandora na mesma cama e pelada.

Achei que no dia seguinte ela fosse perguntar algo, mas não comentou nada. Ainda bem. O sono dela é muito pesado, deu trabalho inclusive para acorda la pela manhã.

Ás 6 da manhã, acordamos, tomamos café e saímos para visita em Angra. Ela estava anciosa demais pelo passeio e eu para passar mais um dia com ela.

Passamos o dia todo na Usina com o restante dos amigos da turma, tivemos uma pausa apenas para almoço, e no final da visita, recebemos orientação sobre o relatório novamente e seguimos para um barzinho próximo do hotel, estava calor e chamei a Pandora para beber algo.

Bebemos apenas algumas cervejas, algumas vodkas, nada muito forte, pois fico bebada muito fácil, mas Pandora aproveitou e abusou um pouco mais tomando outras coisas. Quando percebi que ela estava ficando bebada demais, chamei a para voltarmos pro hotel, ela insistiu para ficar mais, ficamos mais um pouco e quando fomos embora Pandora tentava disfraçar mas já trançava as pernas.

Ao chegarmos no quarto, ajudei ela a tirar a roupa para tomar um banho, pra ver se passava um pouco da bebedeira, pois ela mal parava em pé, e como sempre cheia de maldade e desejo me aproveitei. A abracei por trás e hora tirava a roupa dela, hora pegava em seus peitos, passava a mão na bucetinha de leve, apertava aquela bunda dura, e ela mole e mal conseguia falar.

-Quero fazer xixi Ca.

-Calma! Depois você faz!

Acomodei ela nua na poltrona enquanto tirava minha roupa para dar um banho nela. Passei seu braço em volta do meu pescoço e fomos andando até o chuveiro. Ela relutava, não queria tomar banho frio, mas estava menos bebada que ela, então forcei a entrada dela no banho.

No primeiro contato com a água fria ela dava pulinhos e gritinhos e seus lindos peitos balançavam.

Empurrei ela na parede, peguei o sabonete e ensaboava seu corpo todo, suavemente, era a realização de um dos meus desejos, acariciar aqueles seios gostosos, passar a mão naquele cuzinho apertado. Ela estava gostando do banho, pois mesmo na água gelada ela já não relutava mais. Lavei a perereca dela como se estivesse lavando a minha, esfregava devagar e apertava seu grelinho, ela empurrava a buceta na minha mão, estava gostando. Mas ela ainda queria fazer xixi.

-Ai Ca, preciso fazer xixi, agora!

-Pode fazer seu xixi agora.

Abri os lábios daquela bucetona com uma das mãos e esperei anciosa. Pandora não esperou nem mais um segundo e soltou um jato forte e barulhento ali mesmo no chuveiro, sobre meus dedos sentia a pressão daquela mijada. Me deliciei com todo aquele xixi . Abaixei colocando a boca na direção daquela mijada longa e quente.

-O que vocé está fazendo Cá? Para!

-Estou dando banho em você linda.

-Mas já estou melhor. Posso tomar banho sozinha.

-Então tudo bem. Se precisar me grita hein.

Ela apenas balançou a cabeça, acho que ela não gostou muito do “banho”. Deixei ela sozinha terminando o banho. Me adiantei e peguei o pijama dela, aquele shortinho, aquele que ela usa enfiado na bunda, mas antes cheirei com vontade…

Hummm..que cheirinho maravilhoso do cuzinho dela.

Meia hora depois ela saiu bem mais lúcida e meio desconfiada.

Mais um pouco eu chupava aquela buceta. Faltou pouco.

Ainda com a toalha enrolada em seu corpo e outra em seu cabelo, deitou se na cama e disse:

– Ai bebi demais Ca. Por que você deixou?

-Ah Pan não quis ser chata, você é de maior, faz o que quiser.

-Minhas pernas estão doendo muito Ca.

-É que ficamos em pé o dia todo durante a visita. Tenho um creme pra pernas muito bom, vou fazer uma massagem, vai ver como vai ser gostoso.

Peguei o pote de creme, espalhei nas mãos e comecei a massagem pelas panturrilhas com a Pan deitada de bruços. Ela ja estava relaxada, e conforme eu passava as mãos em suas pernas ela dizia:

-Ai Ca que delícia, tá muito gostoso!

– Vai ficar ainda mais.

Deixei as panturrilhas e subi para as coxas grossas dela. Subi um pouco a toalha, estiquei as passadas e acariciei sua bunda, e assim continuei invadindo cada vez mais sua intimidade. Quando ela me barrou:

-Já está bom Ca! No bumbum não precisa.

E eu cheia de malícia e vontade retruquei:

– Ah Pandora, relaxa e me deixa terminar.

-Tabom!

Continuei. E agora ousava mais, enchi a palma das mãos com o creme, e abri suas nádegas num movimento longo e demorado. Pude ver finalmente aquele cuzinho rosa, dono daquele cheiro delicioso do shortinho e cada vez que passava os dedos, eu insistia empurrando o dedinho na entradinha do cu dela, ela piscava aquele cú gostoso, pois já estava com tesão daquilo tudo.

Desci mais um pouco e encostei a ponta dos dedos na buceta dela. Esperei pra ver qual seria a sua reação, pois eu, ja estava excitada demais. Pan abriu mais as pernas deixando a xoxota rosa e carnudinha mais aparente, entendi que ela queria que avançasse mais. Pois assim eu o fiz. Passei a mão desta vez com gosto, enchendo-a. Na hora a Pan levantou a cabeça e disse:

-Vou tirar a toalha pra você passar no corpo todo.

-Está gostoso Pan?

-Uma delícia. Pode continuar

Minha excitação aumentou. Minha buceta estava em sopa. Pandora virou se de frente e falou:

– Passa na frente agora Ca. Estou adorando.

Passei as mão de baixo pra cima em suas coxas, esbarrando na buceta e ela pediu:

-Faz só assim Ca. Aqui em baixo.

– Aqui? Na bucetinha?

Alisei com carinho. E ela respondeu manhosa

-Éhhh. Ta tão gostoso.

Me empolguei. Espalhei o creme com vontade, e a Pan pegou minhas mãos e passando-as sobre seus peitos, mordendo os lábios com tesão. Desci as mãos na buceta novamente e estava babando, uma baba transparente que molhou meu dedos assim que os passei.

Pandora arreganhou as pernas mostrando seu cabacinho intacto, apenas um buraquinho, estava louva pra estourar ele com meus dedos e fazer ela gozar. Mechia o quadril pra cima e pra baixo. Sua perereca pedia mais.

Parei por um minuto para tirar minhas roupas, e a Pan desesperadamente se levantou e disse:

-Vem. Me beija na boca!

Pulei em cima dela como um gato em cima de um rato, encaixei meu quadril de frente com o dela, e passei as mãos sobre sua nuca segurando firme o seu cabelo, Pandora fechou os olhos e gemeu de tesão. Lambi seus lábios, e ela segurou meu rosto bruscamente grudando sua boca na minha como um imã. Nos beijamos desesperadamente, chupando a língua uma da outra, enquanto nossas bucetas se esfregavam babadas. Até que ela parou, me olhando com cara de safada

-Ai Ca que delícia. Chupa aqui!

E batia na buceta com a mão me oferecendo.

-Primeiro quero mamar suas tetas.

Sem mas, ela ficou de joelhos na cama, enfiou aquele peitinho duro e pontudo na minha boca, e eu mamava cheia de tesão, mordiscava seus mamilos esfregando seu grelinho tão pequeno, que já estava durinho. Pedi que ela deitasse. E ela estava impaciente, dizia freneticamente:

– Lambe minha buceta…lambe minha buceta… Lambe logo!

-Vou lamber até estourar seu cabacinho.

-Mas vai doer?

-Não. Eu chupo gostoso, você não vai nem perceber. Mas primeiro vou mamar seu grelinho

– Então vem, vem…

-Deita que eu vou te chupar.

Deitei aos pés da cama e agarrei o quadril de Pandora que estava toda arreganhada e molhada, e comecei beijando e lambendo suas coxas e o cuzinho, chupei sua virilha; ela estava ofegante e suada. Cheirei a perereca dela…que delícia…que cheiro gostoso de buceta. Beijei os lábios da buceta gostosa da Pandora, e não acreditava. Era tão macia. Ela esperava pela chupada anciosa, e eu também não aguentava mais adiar.

Passei a língua pressionando o grelinho duro da Pandora que pulou e deu um gritinho. Fiquei louca, abri a boca o máximo que pude e mamei aquela buceta que eu queria tanto, fazendo a Pandora soltar um gemido prazeroso levantando o tronco. Que delícia. Era salgadinho e quente.

Minha primeira chupada numa buceta…e como era delicioso. Chupava com vontade, me deliciava naquela buceta, era a melhor coisa do mundo…Pandora rebolava o quadril esfregando a perereca no meu rosto por inteiro.

-Isso chupa minha buceta. Chupa que eu quero gozar.

Chupei e lambi o cuzinho dela e aos poucos enfiei o dedinho. Ela reclamou no início mas quando enfiei dois dedos ela gemeu e empurrou meus dedos no seu cu melado.

Mas eu queria mesmo era arrombar aquele cabaço. Então perguntei pra ela, se eu podia colocar o dedinho e ela respondeu:

-Pode. Mas se doer você tira

-Tabom gostosa

Continuei com os dois dedos de uma mão no cuzinho e passando o dedão no grelinho, forcei de vagar a língua e ela gemia.

-Vou colocar um dedinho Pan

-Coloca…

Cuspi na entrada da buceta e coloquei o dedinho, que entrou fácil.

– Coloca o outro também Ca.

-Vou colocar dois agora

Chupei o indicador e o dedo do meio e forcei, mas ela gemeu e levantou a cabeça

-Ai assim doeu!

-Relaxa que eu faço devagar

Ela deitou novamente e continuei mexendo no cuzinho e forçando a bucetinha, ela ja não reclamava mais de dor, então enfiei mais um, e mais uma vez ela gemeu alto e tirou minha mão

– Ai Ca ta doendo.

-Tabom Pan, então eu vou só chupar com o dedinho no seu cuzinho

Gemendo ela concordou com a cabeça.

-Então coloca mais um no cuzinho, é tão bom!

-Então espera que melhor que o dedo eu tenho uma coisa.

Fui até minha mochila e peguei meu consolo de borracha. Quando ela viu, abriu as pernas e falou:

-Um pinto de borracha!

Bateu na buceta com força e disse:

-Coloca na buceta, por favor!

-Mas Pandora, é muito grosso, vai estourar seu cabacinho

-Então estoura que eu quero

Cuspi na rola de borracha e no cuzinho dela, enfiei três dedinhos no cu e forcei a entradinha da buceta com o cacete. A ponta demorou pra passar, a buceta era muito apertada, mas finalmente passou e entrou a rola toda. Pandora gritou encolhendo e fechando as pernas, e ainda com a rola de borracha dentro dela, dizia com a voz embargada:

-Ta andendo muito. Tira!!!

-Não Pan. Aguenta a pior parte ja passou…relacha. Abre as pernas

Ela tremia, mas devagar abria as pernas novamente. Chupei seu grelinho pra amenizar a dor, e em pouco tempo ela gemia alto e pedia:

-Faz mais rápido Ca!

E eu fazia mais rapido como ela queria. Três dedinhos no cu, consolo grosso na buceta e mamada no grelo, Pandora não aguentou muito tempo e avisou que a gozada estava perto. Que safada. Era virgem mas sabia o que era gozar. Com certeza ela gozava masturbando o grelinho.

– Continua…continua…continua…assim…

Seu corpo todo se retesou, suas pernas ficaram duras e esticadas.

-Goza Pandora.

-Vai..vai..vai…vou gozar!!!

E ela se estremeceu por inteira, gritou um “Aiii”… sofrido e demorado, e eu vi a buceta dela estufando pra fora, senti seu cu piscando nos meus dedos, o grelo pulsava, e eu o lambia incansavelmente. Olhando para o rosto de Pandora, enxergava apenas uma expressão de dor intensa, em seus olhos virados via apenas a esclera, a parte branca dos olhos, a buceta pulsava e empurrava o consolo que queria sair, e eu o atolava no fundo da buceta dela novamente.

Somente após a ultima pulsada da buceta é que tirei o consolo da buceta e os dedinhos do cu dela. O gozo branco mesclado com sangue escorreu do consolo, e da buceta encotrando o cuzinho, lambi como se fosse a melhor coisa do mundo, e de fato, era.

Pandora estava largada na cama e agora com a buceta arrombada. E eu ainda estava louca de vontade gozar.

-Ai Pan…quero gozar esfregando minha buceta na sua.

Ela abriu as pernas e bateu na buceta.

-Então vem!

Encaixei minha perereca naquela buceta macia e esfreguei enlouquecida, era muito gostoso.

-Vou gozar Pandora.

-Isso se esfrega na minha xoxota, quero ver como você goza.

Esfreguei meu grelo no grelo dela e o gozo veio na hora só de ouvir ela falar isso pra mim. Que delícia…gozei esfregando minha buceta na buceta da Pandora.

Deitei ofegante ao lodo de Pandora. Ela montou sobre mim e me beijou com aqueles lábios suaves e molhados enquanto dizia:

-Quero mais Camila.

-Se você quiser te faço gozar a noite toda Pandora. Estava louca pra chupar sua buceta desde o primeiro dia que te conheci.

-Se eu soubesse que você gostava e que era tão maravilhoso, tinha pedido antes. Agora minha buceta é sua sempre quiser!

-Já gozei muito pensando em você, nas suas tetas, na sua perereca carnuda. Já gozei até pensando no barulhinho do seu xixi.

– Sério? Quero que você me faça gozar sempre, não só hoje. Quer me ver fazer xixi??

-Claro! Sou fissurada em você mijando. Mija na minha buceta e na minha boca.

Continuei deitada na cama. Pandora agachou em cima do meu rosto, colocou a buceta inteira dentro da minha boca e mijou. Engoli cada gota, era quente e salgado. Interrompeu a mijada e colou sua buceta na minha e esfregou enquanto soltava o jato quente, o barulhinho da mijada era excitante.

Depois da cama toda mijada, trocamos os lençois e cobertores, tomamos um banho juntas e dormimos, estavamos exaustas.

Transamos todos os dias até voltarmos para São Paulo.

Depois que voltamos, a Pandora fica louca querendo gozar com o dedinho no cu todos os dias no banheiro da faculdade, inclusive no meio da aula. Adoro chupar aquele buceta. Agora sentamos no fundo da sala, assim posso acariciar a bucetona dela quando eu quiser sem ninguém ver. Quando queremos algo mais intenso, demorado e cheio de tesão, dormimos juntas na casa dela na mesma cama, abraçadas e peladas. Os pais dela nem desconfiam. Meu marido muito menos. Não podemos colocar uma amizade tão GOSTOSA e saudável em risco

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