Vivo uma relação com a minha irmã desde que ela era criança

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Me chamo Bruno Rafael, tenho 24 anos, 1.87 de altura, magro e modéstia a parte, picudo. Olhos pretos, cabelos longos e castanhos escuros. Quando eu tinha 10 anos, fui molestado por uma tia, coisa boba, ela chupou meu pau e eu gostei. Então eu criei vício de acariciar meu pau toda noite antes de dormir. Com 11 anos, eu comecei a sarrar nas meninas, nas brincadeiras de luta com as primas ou amigas, eu fazia de tudo pra encostar o pau nelas. Fiquei nisso um longo tempo. Com 12 anos, minha pica já tinha um bom comprimento, eu sempre fui magro e alto, pela altura eu parecia ter uns 15 anos ou mais, isso com 12 anos. E eu tive a oportunidade de comer o cu de um primo meu de 16 anos. Já fazia tempo que ele queria pegar no meu pau, e numa noite na casa dele, sozinhos, ele me chupou, e depois sentou no meu pau. Assim fui iniciado no sexo… Depois comi eles mais vezes, ele estava se acostumando. Porém, eu não curtia homens em si, eu sentia prazer em penetrar o cu dele, mas imaginava sempre que era uma mulher com uma bucetinha linda.
Com 16 anos, eu comecei a molestar minha irmã de 9 anos. Ficávamos sozinhos pela tarde depois da escola, nossos pais trabalhavam o dia todo, nosso irmão mais velho de 19 anos que fazia tudo em casa pela manhã, inclusive o almoço, mas a tarde ele tinha estágio e a noite, faculdade. Nossos pais também dormiam cedo. Eu comecei como se começa pra ganhar a confiança da menina. Brincava com ela quando ela pedia, agradava ela, jogava video game, dava dinheiro, comprava bala e doces, deixava mexer no meu computador. E em troca, a gente brincava de cavalinho na rede da varanda, ou íamos nadar numa piscina do condomínio…. E eu sempre arrumava um jeito de sarrar o pau nela.Um belo dia, já não suportava imaginar fazendo as coisas com ela. Era muita fantasia pra minha cabeça. Eu chamei ela e mostrei um vídeo de um cara chupando a buceta de uma mulher, parecia que ela estava vendo uma coisa qualquer, não teve reação nenhuma. Perguntei se eu podia fazer nela, ela disse que não porque eu não deixei ela jogar no meu computador. Então eu propus ela jogar depois que eu fizesse um boquete nela. Ela topou na hora… Eu baixei o short dela, logo baixei a calcinha folgada, e deitei ela no sofá, abri as pernas dela, nooooooossa… Imagina só, eu já havia visto a piriquitinha dela muitas vezes, mas não tão nítida, aberta pro meu lado, vendo os orifícios.. Parecia uma flor querendo desabrochar… Eu comecei a tremer, ficar nervoso, meu pau parecia latejar de tanto tesão. Eu comecei passando a ponta da língua, depois lambendo com a língua toda, passei os dedos por cima, e tentava meter a língua na vagina, mas ela pareceu se incomodar e não querer mais. Deixei ela ir jogar, fui me punhetar e gozei. Não estava acreditando naquilo. Nem dormi bem nessa noite, imaginando coisas inenarráveis… No outro dia, tentei fazer de novo o mesmo acordo… Chupei ela de novo. Decidi dar um tempo, estava me sentindo muito culpado, pedi a ela que não falasse pra ninguém, nem pros nossos pais, pois iam brigar com a gente feio e iam nos bater com a corda. E nisso se passaram duas semanas, eu estava tratando ela melhor, antes eu implicava demais. E eu passei a fazer as vontades dela. Eu consegui depois baixar a calcinha dela na piscina e esfregar meu pau por trás, nossa, e era impressionante como ela ficava comportadinha. Para não ficar cansativo o texto… Vou direto ao ponto no dia dos finalmentes. Eu passei dois anos, isso mesmo, dois anos só nas preliminares com ela por uro medo. Quando ela tinha 11, quase 12 anos, eu decidi que era hora de tirar o cabaço dela antes que outro pegasse o que era meu por direito. Até porque ela já era muito espertinha, ela mesma já me procurava pra trocarmos carinhos íntimos. E vou dizer porque ficou fácil. Nosso irmão casou, e a minha cunhada estava esperando gêmeos, minha mãe pediu que eu fosse dividir quarto com minha irmã, porque o quarto maior que era meu e do meu irmão, ia ficar só pra ele com a mulher e os bebês. Nossa, eu fiz cara de quem não tava gostando, mas estava muito feliz. Até porque nuca havia dormido no quarto com ela, nunca dormimos juntos. E só passava rápido por lá. E numa noite, eu mamei os peitinhos dela que estavam crescendo, chupei bastante a xotinha rosinha dela, e ela chupou meu pau como de costume. Peguei camisinha e encapei o ‘boneco’, ela tava de boa… Comecei a empurrar o pau… Ela trancava os dentes e dizia que não queria entrar, fiquei tentando fazer leves ”vai e vem” com a cabeça do pau na bucetinha… E em fim, dei uma picada valendo, quase tive um infarto pelo grito que ela deu. Eu fiquei nervoso, confesso… Tentei acalmar ela, a princípio não vi nenhum sangue, meu pau continuava metade dentro dela. E ela estava lacrimejando… Fui metendo devagar e tirando, e depois já dava uma socadas a mais… Gozei na buceta dela, foi aí que vi esperma com umas pitadas de sangue… A gente se limpou um pouco, na verdade eu que limpei ela. E pedi que ela virasse de costas, meti mais na bucetinha, toda apertada… Meu pau pulsava sendo apertado na buceta dela. Eu dormir felizão. Eu acoradava todo animado. Agente dava um tempo, por medo mesmo, principalmente da minha parte. E a gente dividia mesmo quarto, só não a mesma cama. Com passar do tempo, minha mãe começou cobrar de mim uma namorada, e eu nem dava bola. Meu pai também jogou chaveco que eu era gay por viver no meio das amigas da minha irmã. Na verdade eu comia elas separadamente, nenhuma sabia uma da outra. As duas amigas dela eram bem feinhas, eu só queria comer mesmo e isso quando tinha oportunidade, pois eu não era de sair de casa, apenas pra escola ou algum curso que eu arrumava pra fazer. E minha irmã já com 15 anos, começou a me fazer cobranças, ciúmes bestas, controlava minhas saídas pra futbol, etc. E realmente a gente se apaixonou, nos amamos como homem e mulher. A gente não decidiu namorar, simplesmente mantivemos um relacionamento escondido dentro de casa, a gente se beijava escondido, a gente transava escondido. E toda noite passou a rolar sexo só não quando ela estava menstruada. E com 17 anos ela engravidou de mim, foi a pior coisa no momento essa notícia. Não sabíamos o que inventar para nossos pais, e como inventar. Ela tentou abortar e não deu certo. A barriga começou aparecer, ela começou a dar sinais de gravidez. E ela mesmo contou para nossos pais que estava grávida, eles colocaram quente nela pra saber de quem era, e ela não dizia. Aí eu que levava ela no médico, eu era visto pelos meus pais o responsável, e que era mais que irmão, era pai. Mal eles sabiam que estavam certo. E Aí a barriga foi crescendo, o médico aconselhou que ela transasse para dar abertura na hora de pari… Eu mandava ver. Achava que gravidez impedia, dávamos jeitinho de foder bem gostoso, amava pegar ela de ladinho… E Nasceu nosso filho Heitor. Eu sei que minha irmã e eu somos parecidos. Mas o Heitor tem as covinhas que tenho no rosto, tem o meu andar, e picudo que nem o pai. Meu irmão já havia saído de casa, mudou pra outra cidade vizinha, meus pais se separaram porque minha mãe tinha um amante. Minha irmão que no caso já era minha mulher, planejou que saíssemos de casa e fôssemos viver bem longe porque não iam nos aceitar, nisso já íamos para o segundo filho, o Pedro. Minha mãe disse a nós que sempre soube, mas não queria acreditar, mesmo vendo. Ela disse que chegou a nos flagrar transando e ouviu conversas nossas, principalmente brigas por ciúme. Então não havia o que ela fazer e decidiu manter-se calada. Minha esposa e eu vivemos juntos, somos felizes, temos dois filhos lindos que são parecidos comigo.