Três putinhas

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Encontrei um amigo, do meu tempo de menino, ele me convidou para um fim de semana em sua chácara, a qual tinha piscina, como estava quente, poderíamos aproveitá-la, já que sua mulher havia viajado com seus filhos para a casa do pai. Seu irmão mais novo ia estar lá, sabia que ele era gay, pois quando menino aproveitei e comi ele algumas vezes. Fui em casa e peguei algumas roupas, inclusive sungas e uns fio dental, para dar um para o irmão de meu amigo e quem sabe comer seu cuzinho. Almoçamos e como tava o maior calorão, fomos jogar bola na piscina. A gente ficou jogando dentro da agua, fazendo a maior zueira, gritando e rindo. Meu amigo Marcio, tinha mais ou menos minha idade sendo mais forte que eu. Sendo da minha altura e com voz bem mais grossa e tinha pelos pelo corpo, constrando comigo que era depiladinho, mas ele nada falou. Estávamos na piscina brincando de vez enquanto notava seu caralho mais grosso, mas fazia vista grossa. De repente apareceu seu irmão, fala fino, tem uns jeitinhos bem femininos, gosta de brincadeiras e coisas de menina. Ele é bonitinho, loirinho de cabelos compridos até os ombros, meio cacheados. Tem olhos azuis e corpo magrinho que nem de menina. Acho que se colocar roupa de mulherzinha nele, fica parecendo menina de verdade. Ele apareceu na piscina com um biquini minúsculo, rosa, daqueles de laçinho do lado! Paramos a brincadeira, ele tava, todo languido, rebolando quando andava. E seus olhos azuis, pareciam sorrir pra onde olhavam. O pintinho todo apertado na tanguinha minúscula e a bundinha redondinha, branca, lisinha, toda de fora. Seu irmão já estava a ver o irmão assim e nem ligou. Então, passada a surpresa continuamos nossas brincadeiras. Mas claro que não conseguia deixar de dar umas olhadinhas na Paula, que era como gostava de ser chamada, de vez em quando. O putinho deitou de bruços na beira da piscina, exibindo sua bundinha empinada e ficou olhando a gente brincando com um olhar distante. Não dei mais atenção a ele.
Saímos da piscina. Tiramos a bermuda molhada, ficamos só de sunga, e fomos brincar no no gramado tendo seu irmão se reunido conosco.
Recomeçamos a jogar e a Paulay entrou também. Mas com seu jeitinho de menina, só dava chutes desajeitados. Me passou uma bola errada, passei ela mal pro Pedro e a bola voou longe, por cima do muro.
Corrí, e sem olhar, pulei e fui pegar a bola. Tinha caido no gramado, perto da piscina do vizinho.
E lá estava um cara grande, forte, de óculos escuros. Todo peludo, de cabelos compridos e barbudo. Parecia um hippie.
Tava sentado numa cadeira na beira da piscina, tomando sol e lendo um livro. Olhando mais pra baixo, quase tive uma coisa. Ele tava pelado, com as pernas abertas, exibindo uma rola descomunal de tão grande e duas bolonas enormes e peludas.
Quando me viu, tirou os óculos, me olhou de cima a baixo. Fiquei alí petrificado só olhando pra ele, sem saber o que fazer. Ele com cara de bravo, falou com uma voz grossona, num tom severo “Na próxima vez vou furar essa bola!” tremí e continuei olhando pra ele, sem ação “Não quero molecada aqui no meu quintal” Peguei a bola bem rápido e saí correndo.
Pulei o muro e falei baixinho “Ele ta lá” os dois irmãos se olharam com medo “Vamos tomar cuidado agora” disse o Pedro, e voltamos a jogar.
Lembrei daquele homem grandão e peludo, com aquela rola gigante e tive um arrepiozinho estranho. Mas tentei não pensar nisso. E me concentrei no jogo.
Não demorou muito e quem errou o chute foi a Paula, mandando a bola bem longe por cima do muro. Olhou com cara de garotinha arrependida, encolheu os ombros. Correu e pulou o muro pra buscar a bola. Não conseguí deixar de olhar quando ele empinou a bundinha, com o biquini rosa todo enfiado, e pulou, mostrando aquele bumbum, lisinho, redondinho, empinado “Caracaaa, parece mesmo uma garotinha. E gostosa” pensei, sem parar de olhar. Aí olhei pro Pedro e disfarcei. A Paula estava demorando pra voltar “Vou lá ver o que aconteceu” falei “Naaaum , vamos esperar mais um pouco!” disse o Pedro com um jeito meio estranho. Passou um tempo e nada “Agora vou lá” falei “Espera, ele já vai voltar” mas não lhe dei ouvidos. Eu tava realmente preocupado com seu irmão.
Pulei o muro, corrí pra piscina do vizinho e não acreditei no que ví. O Paula tava ajoelhado entre as pernas do homem, chupando sua rola enorme, que mal cabia na sua boquinha, que nem uma putinha. Fui até lá e perguntei “Mas o que é isso!?” Os dois me olharam, sorriram e continuaram. Paula chupava a rola do hippie, com maestria e desenvoltura. E o outro, respirava fundo e se contorcia de prazer, passando a mão nos cabelos do menino. Dava pra sacar que eles faziam isso a muito tempo. Fiquei olhando meio confuso aquele putinho, com sua bundinha de menina toda empinada, chupando o cacete do vizinho. Mas passada a surpresa, começei a achar a cena excitante.
De repente ví o Pedro do meu lado, olhando aquilo sem nenhuma reação e achei mais estranho ainda. Mas fiquei pasmo de verdade, quando o vizinho olhou pra ele e falou “Minha outra putinha veio também?” e riu. O Pedro me olhou todo envergonhado. Ficou vermelho, de cabeça baixa. Depois, olhou pra mim e falou meio gaguejando “É … eu e a Paua , sabe… transamos com o Marcelo… é… já faz algum tempo” olhou pro chão “Só não queria que voce soubesse, porque não sei que reação teria, mas…” e olhando nos meus olhos “Agora já sabe de tudo” Fiquei surpreso, é claro. Realmente, não esperava isso do Pedro, ele sempre ficava com as meninas mais gostosas e tinha casado com uma gata deliciosa, que sempre me dava tesão quando a via. Continuei olhando a Paula, agora deitada em cima do vizinho, se esfregando todo sapeca na rola dura do homem, começei a ficar excitado com aquela situação. O Pedro percebeu, me pegou pela mão e se aproximou dos dois. O Marcelo, olhou para ele e falou “Vamos brincar de boneca?” Os dois irmãos se olharam cheios de excitação “Siiiimmm” responderam juntos. Fiquei curioso. Então os dois foram para um quartinho no fundo do quintal do vizinho e me um fizeram sinal para ir com eles. O homem, levantou, apoiou o livro e os óculos numa mezinha. Se espreguiçou e veio vagarozamente atrás de nós. Entrando lá fiquei olhando de boca aberta. O quarto tinha uma grande cama de casal. Espelhos grandes no teto e nas paredes. Uma penteadeira cheia de coisas pra maquiagem e roupas sexy femininas, espalhadas por todo lado. Um armário grande, uma poltrona de couro e outras coisas. Parecia um quarto de motel, muito melhor do que os que já tinha visitado e onde fui comido e comi com muito prazer.
Os dois irmãos estavam bem excitados, os olhos brilhando na expectativa da brincadeira. E não perderam tempo. O Pedro tirou a sunga e a Paula, seu biquini. Os dois estavam com o pau completamente duro. E pela primeira vez reparei no caralho do Pedro, por isso fazia muito sucesso com as meninas. Era grande e grossa, rodeada de pelos pretos e fartos. Tava durona, balançando no ar. A Paula tinha uma piroquinha minúscula. Parecia meu dedo indicador. E tava durinha, apontada pra cima. O Marcelo entrou, serviu-se de uma bebida que tinha num armário e acendeu um cigarro. E sentando-se na poltrona, ficou nos observando com os olhos brilhantes, alisando a rola. Eles abriram um armário cheio de roupas de mulher, que parecia que já conheciam muito bem. Os dois trocando olhares cúmplices e risadinhas excitadas. O Pedro disse “Deixa que eu escolho” abriu uma gaveta e pegou tres conjuntos de coisas coloridas. Quando ele jogou tudo sobre a cama, deu pra ver o que era. Eram três fios dentais, acompanhadas de sutiã combinando, cintas-ligas e meias de seda. Cada conjunto de uma cor. Um rosa claro, um branco e outro vermelho. A Paula pegou o rosa e me deu o branco. O Pedro começou a vestir o conjuntinho vermelho, piscou um olho pra mim e sorrindo, falou “Vai! Veste” Seu caralho duro, mal cabia no fio que que vestiu. Tirei minha sunga e percebí que eu também tava com o pau durinho, muito excitado, imaginando o que estava por vir. Marcelo olhava pra nós com cara de lobo mau, querendo devorar as chapeuzinhos vermelho. Quando terminamos de nos vestir, eles foram para a penteadeira e começaram a se maquiar. Deu pra perceber que tinham prática naquilo, porque em poucos instantes, estavam os dois maquiados que nem duas putinhas. Me chamaram e me passararam sombra nos olhos, um pó colorido nas pálpebras e batom rosa nos lábios (já conhecia aquilo tudo, mas fiquei fingindo não saber de nada). Por fim abriram um vidro de perfume com cheiro doce, suave, bem feminino e passaram em nós tres. Depois, os irmãos ficaram se olhando no gande espelho da parede. Se olhando de frente, de tras, fazendo poses, se empinando. Me olhei no espelho e não acreditei! Estavamos parecemdo três putinhas, de fio dental, cinta liga e meias, principalmente minha roupa branca que constrando forte com minha pele bronzeada do verão quente. Todo maquiadinho, com os cabelos escovados, meio úmidos, brilhando. Estava que nem uma putinha safada. E principalmente lisinho, se saísse assim na rua, iam achar que era uma menina, como já tinha acontecido outras vezes. Marcelo, levantou, chegou perto e falou “Deixa eu ver como estão minhas bonequinhas” e olhando para os tres “Hmmmm… estão muito lindinhas, principalmente essa. Minha nova boneca morena” passando sua mãozona pelo meu rosto. Sorrí todo tímido pra ele.
Deitou na cama e a Paula pulou em cima do seu corpão peludo. O Pedro deitou do seu lado e acenou pra mim. Fui lá e fquei de pé do lado dele, olhando o homem e Paula sarrando (estava doido para estar no lugar dela). Enquanto se beijavam, Marcelo passava as mãos pelo corpo do menino, que se retorcia todo de prazer. Pedro esticou o braço e começou a alisar minha bunda. Sentí um tremor gostoso de tesão atravessar o corpo todo. Me puxou e me fez deitar por cima dele, deitar por cima dele, e começou a fazer o mesmo que o Marcelo. Me beijava na boca e passava a mão pelo meu corpo. Me achei uma verdadeira puta sendo bolinada pelo meu amigo, o qual como vim a saber também, apesar do sucesso com as meninas, adorava uma espada. Relaxando relaxei e entrei no clima. Retribuí o beijo, abrí as pernas e me arrepiava de tesão, sentido suas mãos acariciando com força, minhas costas, as coxas e principalmente meu cuzinho, com o fio dental, com aquela tirinha toda enfiada nele. Seu corpo musculoso, apertado contra o meu estava quente de desejo e sua rola, tava durona esfregando na minha barriga, por baixo de mim.
Então ele se encostou nos travesseiros, ficando com a mala na altura do meu rosto. Abaixou sua calcinha vermelha e dela pulou um cacetão grande e grosso, que de tão duro, apontava pra cima. E duas bolonas, peludas, grandes como nozes. Peguei sua rola e começei a chupar com gula. Pedro se retorcia de prazer. Olhando pelo grande espelho que ficava na parede, dava pra me ver chupando a pica e lambendo as bolonas do meu amigo. E do meu lado, a putinha da Paula, montado em cima do Marcelo, cavalgando seu caralhão. Se descabelando todo, gritando e gemendo fininho. Pedro me colocou de quatro, de frente pro espelho, puxou o fio do cuzinho pro lado, passou um gel e encostou a cabeça. Forçou um pouco, e quando a chapeleta entrou, foi enfiando a rola com carinho. Apesar do tamanho e da grossura, entrou com uma certa facilidade. Ele enfiava devagarinho, com movimentos lentos de vai e vem, me abrindo aos poucos. Estremecí todo de prazer, sentindo sua vara grande, grossa e quente, me invadindo.
Quando encostou as bolas, me deu um tapinha no bumbum e comçou a bombar com força. Eu gozava gostoso “Aaaiinnn, Pedro! Que gostosooo. Isso… Aaaiii! Me fodeee!” ele deu uma mordidinha no meu pescoço e na minha orelha, “Toma putinha! Toma rola” e bombava forte. Nunca pensei que você gostasse de um caralho, aproveita puta safada. A Paula agora de quatro do meu lado, levando no rabinho, e podíamos nos ver no espelho, com nossas carinhas maquiadas, rebolando gostoso na rola dos nossos machos. Os dois gozando muito e gemendo alto, que nem duas gatinhas no cio. Pedro apertou forte as mãos na minha cintura, enterrou o cacete o mais fundo que pode e esporrou vários jatos de leite quente e farto, inundando meu cuzinho “Aaaiii que delícia, Pedro!” Sem parar de bombar nenhum instante, continuou socando até esvaziar as bolas. Ele falou que putinha gostosa agora que sei que você gosta vamos nos divertir muito. trocamos de parceiro. Marcelo me abraçou forte e começou a me beijar com paixão. Sua barba cheia, acariciava meu rosto. Eu estava por cima dele. Abrí bem as pernas em volta do seu corpo e sentí seu calor, sua barriga e peito, peludos como um urso. Ele passava as duas mãos grandonas, pelo meu corpo, com força, me deixando suuuper excitado.
Pedro fudia seu irmão, deitado por cima dele, que gritava que nem uma cadelinha. Marcelo me empurrou pra baixo e entendí o que ele queria. Fui escorregando pelo seu corpo, sentindo a carícia dos seus pelos fartos (apesar de gostar de machos lisinhos, aquilo estava me deixando louco), na minha pele lisinha, até chegar com o rosto no meio de suas pernas. Admirei seu belo caralho, era grande, uns 20 cm, comprovei depois, reta, vermelha com veias azuis bem saltadas, uma a cabeçona rosa, brilhante. Logo abaixo, seu saco, com duas bolonas enormes, que pareciam duas batatas. Peludas, cheias de leite “Nossa, Marcelooooo ! É muito grande. Não sei se vou aguentar isso tudo” falei para provoca-lo “Vai aguentar, sim. Vai aguentar ele todinho e ainda vai pedir mais!” respondeu sorrindo e passando a mão pelos meus cabelos. Agarrei seu belo caralho com as duas mãos e fiquei punhetando de leve, sentindo seu calor e a pulsação. Começei a beijar e lamber a glande. Marcelo tremia de prazer. Fui lambendo e beijando sua rola toda, descendo até chegar no saco. Beijei e lambí as bolas. Chupei uma duas, queria as duas na minha boca mas eram bem grandes e não couberam, mesmo assim fiquei tentando. Ele dizia, que putinha safada vocês me trouxeram, me dizia uma puta como essa e vocês é bem difícil de encontrar vamos aproveitar bem esse final de semana, Voltei pra cima de sua pica, e enfiei o que cabia na minha boca, punhetando forte, com as duas mãos “Assim, bonequinha! Assimmm… Hmmm, chupa. Chupa bem gostoso. Hmmm…” e eu chupava e punhetava com gula. Ele se contorcia e estremecia de prazer. Eu punhetava segurando forte, com as duas mãos, enquanto mamava gulosamente. Não demorou muito, ele deu um grito abafado, tremeu todo e começou a esporrar na minha boca. Eram jatos fortes, densos e fartos de esperma. Dignos do tamanho dos seus culhões. A cada esporrada, enchia minha boca e eu ia engolindo. Era muita esporra! O que não conseguia engolir, babava, sentindo ela quente e densa, escorrendo pelo meu queixo e pelo meu peito, me lambuzando todo. Tirei da boca e punhetando o mais forte e rápido que conseguia, deixei ele dar as últimas esporradas no meu rosto.
Fechei os olhos e sentí dois jatos fortes e abundantes de leite quente, na cara e nos cabelos. Depois voltei a chupar gulozamente, sugando até a ultima gota “Assimmm, Dri… Hmmm… Assim mesmo, minha boneca linda! Hmmm…” ele murmurava ofegante. Limpei seu caralho, deixando ele limpinho e molhadinho. Ele respirou um pouco e não perdeu tempo. Me colocou de quatro, de frente pro espelho e pude ver minha cara toda esporrada, borrando a maquiagem, com o seu leite a quentinho, escorrendo abaixo. Ele afastou minhas nadegas e passou a beijar e lamber meu cuzinho, que piscava feito um farol. Enfiava o nariz e respirava fundo, depois lambia, beijava, dava mordidinhas de leve, que nem um tarado louco. Me eriçando todo. Daí começou a beijar e lamber meu cuzinho, por cima da calcinha mesmo, molhando ela toda com sua baba quente. começou a laber com força. Foi enfiando sua língua quente, cada vez mais fundo, me deixando louco “Aaaai Marcelo! Que tesaaaummm. Me come, vai?” e ele continuava metendo a lingua, me torturando de prazer. Eu rebolava na sua lingua nervosa, gemendo, gritando. Então se ajoelhou atrás de mim, rasgou a calcinha no meio, deixando as duas partes, da frente e de trás, penduradas. Passou bastante gel no meio e em volta do meu cuzinho, que piscava de desejo de ser arrombado. Ví meu rosto no espelho, com os olhinhos brilhando que nem brasa, de tanto tesão.
Olhei pro lado. Os dois irmãos continuavam fodendo, com tuuudo. Agora era Paula que comia Pedro. Marcelo deu um tapinha na minha bunda encostou o cabeção da rola em mim. Apesar do meu anelzinho estar relaxado e bem lubrificado, e eu doidinho pra ser fodido, a penetração estava dificil. Ele segurou seu caralhão e foi dando golpinhos com os quadrís, cada vez mais fortes, que iam alargando meu cuzinho. Tinha experiência e sabia como comer um cuzinho.
Eu me arrebitava todo, abria minha nadegas com as duas mãos deixando meu cuzinho a vista e forçava meu corpo para trás. A portinha foi abrindo, alargando, até que sua glande gigante pulou inteira para dentro. Dei um gritinho e gemí de prazer. Aí ele tirou. Empinei o bumbum pra ele pedindo mais. Marcelo enfiou de uma vez, me fazendo ver estrelinhas. E ficou um tempo introduzindo e tirando, até me acostumar com a grossura. Aquilo foi atiçando meu fogo, cada vez mais “Aaainnn que tesaummm! Me fodeee. Fode bem forte minha bundinhaaa!” Enfiou mais uma vez e deixou dentro.
Com movimentos suaves de vai e vem, foi enterrando aquele caralhão, cada vez mais fundo. Ia me abrindo mais a cada enfiada. Eu gozava com cada centimetro que ia me penetrando. Até que sentí suas duas batatonas quentes e peludas, prensadas nas minhas nadegas. Que delicia você sentir o macho todo dentro de você e você agasalhando seu belo caralho. Marcelo se inclinou, me abraçou forte por trás e começou a morder, beijar e lamber meu pescoço e minhas orelhas. Eu tremia todo de tesão. Ele me arrepiava com sua barba roçando no meu pescoço e nas minhas costas. Sentir seu pirocão enorme, grosso e quente, latejando dentro de mim tava delicioso “Aaaiiinnn que gostosooo!” gemí. Ele encostou a boca na minha orelha e falou baixinho, com a voz rouca e o hálito forte e másculo de uísque “Gostoso é esse cuzinho apertadinho, que vou foder agora” e eu “Siiiim, me fodeee. Me fode bem fortiii!” Que delicia de cuzinho, tinha muito tempo que não comia um cuzinho de uma puta safada e deliciosa como você, sabe do que nós machos gostamos e não se faz de rogada.
O homem agarrou minha cintura e foi puxando a rola pra fora, bem devagarinho, que deslizava suave, gostoso. Quando ela quase saiu, enterrou de novo, vagarozamente, até o talo. Foi fazendo esse movimento, cada vez mais rapido e mais forte. Eu gozava e gemia “Aiiinnn, que delíciaaa!” e ele foi aumentando a velocidade do movimento, até que em pouco tempo, estava me fodendo com toda força, sacudindo meu corpo todo. Eu tremia e sentia arrepios, atravessando a espinha, gozando muito “Aaaiiinnn, Marceloo. Me fode! Me arrombaaa!” e ele socava aquela jeba enorme sem dó. Me levando às nuvens. Meu caralho esava duro e doía, de tão duro.
Aí parou, e com a rola toda atolada no meu rabinho, me colocou deitado de bruços na cama, apoiou os brações do meu lado, e recomeçou a bombar com tuuudo, que nem uma máquina de sexo. Sua rola estava enterrada no fundo do meu cuzinho e ele socava num ritmo estonteante, abraçei o travesseiro “Ainn, ai… Aaaiiinnn, aaaai!” eu gozava seguidamente e começeia a chorar, de tanto tesão com aquele homem gostoso, me possuindo com força “Chora, putinha. Chora na rola do seu macho!” eu mordia a ponta da fronha do travesseiro, gozando litros, arrebitando a bundinha com as pernas bem abertas, rebolando no seu cacetão delicioso. Então ele deu um tipo de urro, estremeceu todo por cima de mim e esporrou forte no meu cuzinho que piscava, apertando seu caralho. . Soltou varios jatos, fartos e abundantes me inundando de leite quentinho. Puxou de uma vez a rola pra fora, deixando um oco enorme no meu anelzinho. Dava pra sentir o ar quente do quarto. Esporrou alguns jatos fortes de porra quentinha, no me bumbum e nas minhas costas, e enterrou de novo, até o talo. E não parava de marretar, nem um segundo. Eu chorava e gritava de prazer. As bolonas batiam com força nas minhas nadegas a cada estocada, dando mais tesão ainda. Quando terminou, Marcelo soltou o corpão sobre o meu, e ofegante, soltava seu bafo quente no meu cangote, me arrepiando todo “Voce é um tesãozinho,” murmurou no meu ouvido. Sentí o peso e o calor do seu corpo peludo. O hálito másculo de uísque e seu suor, que exalava um cheiro forte de macho no ar. Sua caralho estava toda enterrada em mim, ainda completamente dura, latejando forte. Os pentelhos grossos e fartos me acariciando. As bolonas encaixadas no meu bumbum. Fiquei com o corpo mole, soluçando baixinho, de tesão. Curtindo todas aquelas sensações.
Mas não parou por aí. Aquele homem tinha muito fogo! Sem tirar seu mastro de dentro da minha bundinha, foi se virando devagar, me levando junto, até deitar de costas na cama, comigo por cima dele.
Dava pra ver nossos corpos refletidos no espelho do teto. Os irmãos estavam fumando e nos observando pelo espelho, alisando cada um, o pinto do outro. Eles estavam admirados de saber que eu gostava também da espada. Apesar de casado, assim como Pedro. Me levantei, e ajoelhado sobre seu corpão, com a bundinha virada pra ele. As pernas apoiadas na cama, começei a rebolar de mansinho em cima do seu caralho duro, gemendo baixinho. Ele dobrou os joelhos. Apoiei as mãos sobre eles, e começei a cavalgar lentamente. Subia e descia, sentindo o tesão daquela rola quente no meu cuzinho. Fui aumentando o ritmo gradativamente, até que eu estava cavalgando aquele caralhão gostoso, com tuuudo! “Hmm… Isso, puta. Cavalga. Hmmm… Assim. Cavalga bem forte!” Eu gemia e gozava litros. Aquilo estava bom demais. Ele deu um tapa na minha bundinha me dando mais tesão ainda “Issooo. Me bate. Me bate bem forteee!” Aí ele passou a dar tapões com as duas mãos, no bumbum e nas minhas coxas. Eu cavalgava firme e forte, gritando, delirando de prazer.
Virei para trás e apoiei as mãos nos seu ombros. Levantei um pouco a bundinha e ele começou a socar por baixo, num ritmo alucinante “Aaaiinnn, Marceloooo. Ai, aaai, aiiinnn!” Aquela foda tava muito louca. Um macho como aquele é difícil de encontrar, seu caralho não ficava mole ou semi flácido, apesar das varas gozadas. Ouví gemidos do meu lado, e pelo espelho ví a Paula , montado no irmão cavalgando que nem eu. Ele mandou um beijinho e sorriu como uma putinha safada, gemendo alto. Mandei outro beijinho e começei a chorar de tanto gozo. Paula pegou duas chupetas, no criado-mudo, ao lado dele. Enfiou uma na sua boquinha e a outra na minha. Fiquei chupando a chupeta, e as lágrimas escorriam pelos meus olhos. Sendo possuído com energia, levando tapões na bundinha. Tendo orgasmos seguidamente. Debaixo de mim, Marcelo marretava sem parar. Sua tora poderosa, me arrombava deliciosamente, num ritmo alucinante. Eu chupava e mordia a chupeta, soluçando e vendo estrelinhas cor de purpurina, brilharem na minha frente.
Aí ele começou a tremer, deu um grito abafado e sem diminuir nem um pouquinho o ritmo de suas estocadas, soltou vários jatos de esperma, me enchendo, mais uma vez com seu leite quente.
Deitei de bruços, do seu lado. Me olhei no espelho e sorria de felicidade. Fiquei acariciando os pelos do seu peito. Sentia um monte de esporra escorrendo do meu cuzinho para meio das coxas. Baixei a mão e fiquei passando ela pelos seus pentelhos grossos, fartos e macios. Ele abriu as pernas. Acariciei seu sacão, pegando nas suas bolas, sentindo o peso e o calor de cada uma delas. Depois peguei no seu pausão, que tava meia bomba. Começei a masturba-lo, lentamente. Apertei e esfreguei sua glande quente e macia, e voltei a acariciar seu mastro, devagarinho. Sentí ele endurecendo lentamente.
Não demorou e aquele caralhão já estava totalment duro, de novo. Continuei punhetando e ele tremia, latejava, pulsando forte de desejo.
Virei pro outro lado e ví Paula do meu lado, deitado de bumbum pra cima, também. Estava com as pernas entreabertas, com a bundinha toda esporrada. Metí a mão e começei a espalhar o esperma ainda quentinho, pela sua pele macia.
Ele virou pra mim, sorriu safadinho e abriu mais as pernas, se arrebitando todo. Continuei passando a mão naquela bundinha gostosa e depois, enfiei um dedo no seu cuzinho. Ele deu um gemidinho fino, me olhou com uma cara de putinha, sorrindo. Ficou de quatro e se arrebitou todinho, se oferecendo pra mim. Fazia tempo que tinha comido aquela bundinha redondinha, empinadinha. Mais gostosa do que a de muitas meninas. Me encaixei atras dele, dei um tapinha e encostei a cabeça do meu pau. Ele se empinou mais ainda. Empurrei minha pica e ela entrou deslizando gostoso, naquele cuzinho quente e apertadinho. Já fui bombando com força, dando tapinhas no seu bumbum. Ele gritava fininho, que nem uma vadiazinha, rebolando no meu pau. Pedro, veio por tras de mim, me agarrou pela cintura e aproveitando meu vai e vem, ficava brincando com a cabeçona da sua rola, no meu cuzinho. Então, apertou mais forte e enterrou tudo de uma vez, batendo suas bolonas nas minhas. Ví estrelas e dei um grito fininho, igual a Paula. Marcelo, meteu seu caralho no cuzinho de Pedro e ficamos os quatro, num trenzinho delicioso. Pelo espelho da parede e pelo do teto, dava pra ver nossa foda, num movimento cadenciado, muuuito gostoso. Todos gritando e gemendo ao mesmo tempo. Ficamos um bom tempo nessa trepada deliciosa, até que gozamos todos quase ao mesmo tempo. Nos levantamos e fomos tomar um banho de piscina. Os meninos de cinta-liga, sutiã e meias de seda. Marcelo com seuu caralho, balançando à cada passo. Tomamos sol, descansando daquela foda maravilhosa. Depois, voltamos ao quarto dos fundos, tiramos as roupinhas molhadas, jogando tudo no chão. Aí escolhemos outras. A Paula vestiu uma tanguinha oncinha e um vestidinho preto. O Pedro vestiu uma calcinha maior, onde coubesse toda sua mala. Branca, cheia de rendinhas. Mini-saia jeans, toda desfiada e cheia de furos e uma blusinha toda florida, de alcinha. Eu coloquei um fio dental rosa, transparente, e um vestidinho rosa de um tecido tão fino, que dava pra ver tudo por baixo. Todas as roupinhas tão curtas, que ao menor movimento, aparecia a calcinha. Colocamos meias de acordo com as cores escolhidas, fomos para penteadeira, e nos maquiamos, mais uma vez, como tres putinhas safadas. Passamos um perfume bem docinho, com cheiro de chocolate, de menina pequena.
Começou a escurecer e entramos na casa do Marcelo. Ele tinha tomado um banho quente e tava de cueca branca, boxer, que marcava bem sua mala enorme toda. Estava sentado, numa poltrona, tomando um drink e assistindo tv. Sentamos os tres, no sofá.
Foi um fim de semana daqueles, onde fomos as putinhas mais gostosas e mais comidas, pois seu irmão chegou e vimos que íamos ter mais um caralho para agasalhar nos nosso cuzinhos.