Rafael dormiu e eu enrabei

Oi. Sou eu Gustavo de novo. Pra quem não me conhece, eu sou moreno, tenho olhos e cabelos castanhos. Sou alto, um pouco mais de 1.80 e tenho um corpo definido. Como eu digo no começo de cada conto, eu sou tarado por bundas, e adoro foder um cuzinho. O que vou contar é algo que aconteceu comigo na minha adolescência e foi maravilhoso!

Eu era moleque, tinha acabado de completar 16 anos e estava cursando o 2° ano do ensino médio. No começo do ano letivo conheci o Rafael. Rafael era um pouco mais baixo que eu, branco com a pele bronzeada, cabelo castanho um pouco claro, olhos da mesma cor que o cabelo. Jogava futebol num clube local e isso o deixava com uma bunda e umas coxas maravilhosas. Uma bunda bem durinha, grande, empinada, e umas coxas grossas e durinha. Sua bunda foi a primeira coisa que eu bati o olho, mas Rafael era um cara legal e logo viramos amigos.

Eu estava na seca, ainda era virgem de buceta, só havia comido o cuzinho do meu primo e esse relato eu já compartilhei com vocês. Estava mais tranquilo, não vivia batendo punheta o tempo todo como antes mas precisava foder, precisava gozar dentro de um buraquinho apertado, de preferência um cuzinho.

Conforme o tempo foi passando, eu passei a frequentar a casa do Rafael e ele a minha. A gente já até tinha batido umas punhetas juntos assistindo a um filme. Depois Rafael começou a namorar e aí nos afastamos um pouco. O namoro não durou muito, ele reclamou que a mina não queria dar pra ele e aí voltamos a parceria de sempre. Solteiro de novo Rafael começou a sair e sempre me chamava pra ir junto. Diferente de mim, Rafael sempre pegava muitas mulheres nas festas, as levava para algum canto e fodia elas. Foi até assim que comi uma bucetinha pela primeira vez, mas isso é história para um outro conto.

Numa certa vez em que saímos Rafael bebeu muito, eu que nunca fui de beber estava sóbrio e me encarreguei de levar ele pra sua casa. Chegando lá fomos atendidos por sua mãe, Dona Luiza, que me agradeceu e não me deixou ir embora por está muito tarde, eu agradeci e fiquei. Fiquei por alguns minutos na cozinha conversado com a mãe de meu amigo até que ela me deu boa noite e se recolheu em seu quarto. Como ia dormir no quarto de Rafael fui para o próprio. Assim que abri a porta me deparei com uma cena maravilhosa: Rafael estava deitado, de bruços, vestindo uma cueca branca que apertava a sua bunda arrebitada. Respirei fundo, tentei me distrair naquele momento pensando em alguma coisa aleatória. Aliás, sabia que Rafael era hétero e não era um menino inocente como meu primo. De deitei ao seu lado já que a cama era de casal e não tinha outro colchão para por no chão. Antes tirei minha roupa ficando apenas de samba canção e me acomodei.

Em determinado momento Rafael se deita de lado e joga seu corpo, principalmente a sua bunda, pro meu lado, me deixando sem espaço na beira da cama. Pra não cair eu fui me virando de lado e sem querer, juro que dessa vez foi sem querer, encostei meu pau na bunda do meu amigo. Eu suspirei, respirei fundo. Não queria contato porque sabia que não ia poder fazer nada, mas se eu chegasse pra trás ia cair. Então comecei a balançar Rafael e a chamar ele, pedindo pra que ele chegasse um pouco mais pra frente. Conforme o corpo dele balançava a sua bunda automaticamente se esfregava em meu pau. Percebendo que ele não acordava, passei a dar tapas no rosto dele, a empurra-lo com mais brutalidade e nada, Rafael estava apagado num sono profundo. Foi aí que eu decidi aproveitar… Aliás, cú de bêbado não tem dono, não é mesmo?

Por alguns minutos fiquei ali com a cintura colada naquela bunda gostosa do meu amigo, pressionando o meu caralho cada vez mais forte contra seue rabo. Coloquei meu pau pra fora da samba canção e fiquei esfregando nele. De vez em quando ele se mexia e eu ficava com medo dele está acordando. Mas voltava bater no rosto dele e nada. Nessa hora eu já estava com meu caralho duro feito pedra, estourando de tanto tesão.

Levantei pra trancar a porta, não queria que a mãe do meu amigo me pegasse no flagra, né. Aproveitei e procurei por um creme que pudesse usar como lubrificante e encontrei um pote de creme de cabelo. Quando voltei a cama Rafael já estava de bruços novamente. Perfeito!

Me aproximei, segurei na cueca dele e desci lentamente, exibindo uma bunda branca, grande, bem dura e com poucos pêlos amarelados. Meu pau pulsou assim que vi. Abri sua bunda cuidadosamente e vi um anelzinho rosado, pequeno, bem fechadinho, cheio de pregas. Ah… Que delícia! Mais um cuzinho virgem pra enrabar, pra deflorar e arrombar todinho. Peguei o creme e lambuzei aquele anelzinho, comecei a massagear a portinha, meu amigo na hora se mexeu e eu me tremi achando que ele estava acordando. Esperei e ele continuou dormindo. Lambuzei meu dedo de creme e aos poucos fui enfiando no cuzinho no meu amigo. Era tão apertadinho que chegava a empurrar o meu dedo pra fora. Preparei o cuzinho do meu amigo cuidadosamente, consegui enfiar um segundo dedo e meu amigo resmungava bastante durante seu sono pesado. Fiquei com meus dedos parados dentro de seu buraquinho, sentindo seu esfíncter apertando meus dedos, até o próprio se acostumar com os invasores.

– Sabe aquilo você faz com as suas putas? Agora eu que vou fazer com você. Agora você vai virar a minha puta. – Sussurrava no ouvido do meu amigo. – Pena que você não tá acordado pra aprender a foder de verdade!

Depois de preparar aquele cuzinho me deitei em cima do meu amigo com todo cuidado, encaixei a cabeça do meu caralho na portinha do seu buraquinho e fiquei esfregando a cabeça do meu pau alí, melando seu reguinho com o meu pré gozo. Aos poucos comecei a forçar a cabeça do meu pau no cuzinho apertadinho do meu amigo. Minha vontade era empurrar tudo de uma vez só, mas não dava, tinha medo do meu amigo acordar com a dor então fiz tudo minuciosamente. Fui empurrando meu pau aos poucos naquele cuzinho. Por muitas vezes seu buraquinho empurrou meu caralho pra fora, mas depois de muita insistência a cabeça do meu pau entrou. Podia sentir seu cuzinho apertando a cabeça do meu pau com tanta força que até doía, mas era uma dor gostosa.

– Que cuzinho apertado você tem, Rafinha… É tão gostoso! Pena que amanhã não vai ser mais tão apertadinho assim… – Sussurrava e ria no ouvido do meu amigo que dormia num sono pesado.

Continuei empurrando, forçando meu pau pra dentro daquele buraquinho. Meu amigo resmungava cada vez mais, coisas que eu não conseguia entender. Estava com medo dele acordar mas nessas horas a gente só pensa com a cabeça de baixo. rs. A gente perde completamente a razão. Finalmente senti meu pau todo dentro do seu buraquinho, demorou tanto que eu achei que fosse gozar antes mesmo do meu pau todo entrar, mas me segurei. Comecei a fazer vai e vem bem devagar. Era tão devagar que eu sentia seu esfíncter apertando cada centímetro do meu pau toda vez que entrava e saía. Ah! E era uma delícia, era tão gostoso sentir aquele cuzinho tão apertadinho no meu pau. Era mais gostoso ainda saber que aquele cuzinho era de um machão, que se gabava por comer geral e agora estava ali sendo enrabado.

Comecei a socar meu pau naquele cuzinho com mais rapidez, mas tomava muito cuidado e tentava me controlar. Em determinado momento meu amigo gemeu enquanto resmungava algo e eu quase gozei ao ouvir aquele gemido do meu amigo. Era uma sensação maravilhosa está deflorando o cuzinho de um macho quando ele pode acordar a qualquer momento e me pegar. Percebi que meu amigo estava de pau duro e isso me deixou triunfante! Mas já não estava aguentando mais, queria socar forte naquele cu e rasgar ele todinho. Sentia meu pau dolorido e inchado de tesão dentro daquele buraquinho apertado e quente que abraçava todo o meu caralho.

– Tá vendo? Essa bunda nasceu pra ser enrabada. Olha como seu pau tá duro com o meu caralho no seu cu… – Sussurrava com tesão, triunfante por está dominando aquele macho. – Você é um viadinho, uma putinha, depois de hoje não vai querer outra coisa a não ser pica, sua vadia!

Socava cada vez mais forte, eu já não estava mais ligando se ele ia acordar ou não, eu queria gozar. Queria foder aquele cu com força, deixar ele viciado em rola, a minha rola. E bombava com força, rápido, cada vez mais agressivo. Meu amigo estava inquieto e isso só aumentava o meu tesão. Vez ou outra ele soltava um gemido de dor e resmungava qualquer coisa. Até que senti todo meu corpo tremer, um arrepio gelado percorrer minha espinha, além dos espasmos por meu corpo. Me esforcei pra não gemer alto e tentei tirar meu pau do cuzinho do meu amigo, mas já era tarde, enchi aquele cu de porra e ainda o sujei por fora. Puta merda! Mas em compensação foi o melhor orgasmo da minha vida e acho que nunca gozei como naquele dia.

Depois disso eu não consegui dormir, ficava o tempo todo limpando o cu do meu amigo e mesmo assim não parava de sair porra. Até percebi que ele gozou, pois a frente da sua cueca estava bem molhada e ri porque aquele machão gozou sem nem tocar no pau enquanto eu fodia o seu rabo. Assim que o dia amanheceu eu fui embora, não queria estar ali pra explicar a porra e a ardência no seu cu quando meu amigo acordasse. E na verdade eu nunca precisei explicar, ele nunca comentou nada comigo, mas foi se afastando aos poucos e depois de um tempo eu descobri que ele virou a putinha do clube onde jogava, não havia piroca que a saciava e por isso dava pra todos. Desconfio que consegui fazer aquele rabo viciar na minha pica e só a minha consiga sacia-lo. rs. Bom, até a próxima, pessoal!

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