O Nascer de Um Novo Lar

Brasília, sexta-feira, 22 de março de 1996.

Em alguma tranquila e arborizada superquadra da Asa Sul, é onde vive, num certo apartamento, a mais jovem família da redondeza. Formada pela jovem e bela mãe Luciana de 28 anos, o marido Roberto de 33 anos e o filho Luquinha de apenas 8 meses.

A luz do dia se esvanece imprimindo estrelas no expoente céu de Brasília. E no aconchegante lar da família Souza está Luciana na cozinha preparando uma deliciosa lasanha para esperar Roberto que logo chegará de uma viajem após 8 dias longe de casa, certamente cansado e aliviado pelo fim de mais uma semana a serviço de uma das muitas secretarias do governo, onde é um dos tantos bem sucedidos servidores que vivem no Planalto Central. Como toda boa mãe, Luciana se divide entre o fogão e o pequeno Luquinha que engatinha no cercadinho da sala distraído com os barulhinhos dos brinquedos espalhados pelo chão.

Desde o dia que soube estar grávida assumiu a maternidade de corpo e alma, se descobriu uma nova mulher em todos sentidos. Mesmo mantendo a imagem de mãe de família recatada, transpirava de forma despretensiosa uma inexplicável sensualidade. A boa genética de Luciana sempre conspirou a seu favor para manter um corpo naturalmente belo, sem neuras com dietas, tratamentos ou exercícios, e está agora mais linda do que antes de engravidar. Seu único exercício é na bicicleta ergométrica uma vez por dia, o qual começou fazer semanas após dar a luz. Ainda na gravidez optou por cortar seu longo cabelo castanho escuro, deixando-o bem curtinho, lembrando muito os cabelos da Fátima Bernardes e da Sandra Annenberg que, na época, eram apresentadoras do Fantástico. Naquele ano o cabelo curto era meio que uma tendência e aquele visual lhe dava um ar ainda mais maduro e maternal.

Roberto fazia o tipo executivo, um homem atraente, tranquilo e seguro de si. Talvez o homem ideal para muitas das mulheres e Luciana logicamente se sentia privilegiada por tê-lo como marido e pai de seu filho que, por sinal, era um bebê inteligente e encantador, com todos os jeitinhos apaixonantes do papai juntados com a doçura da mamãe. Luquinha é praticamente um clonezinho de Roberto, aperfeiçoado pela beleza da mamãe que estava visivelmente presente em alguns traços do meninão que recém completava 8 meses.

Luciana já limpava a cozinha quando ouve a fechadura da porta da sala se abrir. Era o seu amado marido que finalmente chegara de volta ao lar. Roberto morrendo de saudade pega o filho do chão, o abraça, beija, faz caretas e vozezinhas engraçadas arrancando risinhos do garoto. Mamãe seca as mãos correndo pra ver a fofura daquela cena e abraçar o marido. Luciana se diverte vendo a interação dos dois. Ele com o bebê ainda no colo se aproxima da esposa que o abraça e o beija apaixonadamente. Ela coloca o pequeno de volta no tapete e, como sempre faz ao recebê-lo, afrouxa delicadamente a gravata de Roberto enquanto o beija e diz quanto o ama e sentiu sua falta.

Ela trata de preparar a mesa para a janta e Roberto aproveita para tomar um banho. São quase 10 dias sem fazer amor e os dois secretamente têm ciência disso, mas preferem esperar para um pouco mais tarde se entregarem ao desejo acumulado e compensar todos esses dias sem namorar.

No banheiro ao constatar a meia ereção resultante do beijo da esposa, ele sabe que a noite promete ser uma das melhores que o casal já teve… Só de pensar na quantia de esperma acumulado em todos esses dias, no quanto ele irá mais tarde gozar aos jorros em sua esposa… Lhe dá calafrios.

Roberto sai do banho só de toalha e veste um pijama confortável para ficar mais a vontade em casa. Na sala de estar vê Luquinha no carrinho cochilando como um anjo e Luciana está no telefone terminando uma conversa com a mãe (sua sogra). A mesa está toda pronta com a deliciosa lasanha o esperando. Ele faminto serve o prato dele e dela para ir esfriando. Sentado na mesa, fica observando sua mulher em pé na sala falando ao telefone. “Meus Deus! Como ela é sensual até quando não quer ser…” pensa ele reparando no macacão leve, soltinho, de tecido fino que, ao certo, não deveria marcar muito o corpo, mas no fim era impossível ignorar como a finura do tecido marcava sensualmente a bunda dela entrando bem no meio, provavelmente estando sem calcinha. E o pior era ver os seios leitosos livres sem sutiã dando balançadinhas por debaixo da roupa com os bicos certas vezes cutucando e marcando no tecido, quase que furando. Aquele macacão de grávida que Luciana continuava usando em casa, o instigava ainda mais, pois despertava sua imaginação vendo como esse tipo de roupa revela de forma sútil as “saliências” desconcertantes do corpo feminino. Em casa ela preferia não usar sutiã porque era mais fácil para amamentar o bebê e, quando vestia uma roupa mais solta como vestido ou macacão, nem calcinha gostava de usar. Isso a deixava bem a vontade e ultimamente estava acostumada a ficar assim sempre que podia.

O casal janta e se distrai conversando, contando as novidades e dando algumas risadas. Por um momento até esquecem da carência sexual que sentem um do outro. Roberto elogia a comida e, satisfeito, vai para a sala ler o jornal impresso e assistir as notícias do dia no Jornal Nacional. Gosta de estar sempre atualizado sobre o mundo e adquirindo alguma cultura através dos livros. Internet naquela época estava longe de ser uma fonte de conhecimento e informação, e ainda estava sendo recentemente implantada no Brasil. Luciana, como mãe de primeira viajem, era uma leitora assídua da revista Crescer, da qual era assinante desde a gravidez, e sentada ao lado do marido folheava uma edição da revista comentando uma coisa ou outra que ela via de interessante.

Quando o jornal acaba, ela abraça Roberto deitando a cabeça em seu peito perguntando sobre como foi a viagem e tudo mais. Ele acaricia o cabelo da esposa enquanto fala e começa ficar excitado com o calor do seu corpo e os beijinhos que ela dá em seu peito. Já não resistindo corta o assunto, a puxa para cima e a beija loucamente. Luciana sente a mão grande do marido acariciando os seios por cima da roupa e suspira ofegante. Um pouco de leite começa vazar dos bicos eretos sendo estimulados, ele sente a palma da mão molhar e fica ainda mais excitado. Luciana começa gemer baixinho quando, de repente, são interrompidos por Luquinha que acordou inquieto no carrinho balbuciando e ameaçando choramingar.

“Ele deve estar com fome amor, não mamou desde a tarde. Depois continuamos, meu bem” disse olhando com sorriso malicioso ao marido.

“Ok amor, verei um pouco mais de TV e depois nós…” respondeu com um piscar de olhos.

Luciana pegou o bebê e o levou até o quartinho tentando acalmá-lo. “Sssshhhh, mamãe tá aqui meu lindo…” falava com doçura no ouvido do pequeno.

Roberto tentava controlar a enorme ereção que despontava no pijama, mas estava difícil tirar da cabeça a imagem daqueles bicos tesos molhando o tecido enquanto ela pegava o filho nos braços.
Alguns minutos depois, desligou a TV, e com a excitação sob controle caminhou até o corredor para ir ao banheiro escovar os dentes. Ao passar pela porta do quarto do bebê parcialmente escuro, iluminado somente com a luz amarela e suave do abajur, se depara com uma visão que o deixou paralisado e completamente desnorteado: Sua esposa completamente desnuda, sentada lindamente na poltrona de amamentação com as pernas cruzadas, segurando o filho também nu em seus braços mamando avidamente o seio direito, enquanto brinca e acaricia o apetitoso mamilo direito da mamãe com a mãozinha. Mamilos que, por sinal, mais pareciam dois bicos de chupeta, principalmente quando eretos. Ela estava tão mergulhada naquele momento mágico entre eles, que nem percebeu a presença do marido hipnotizado na porta perante aquela cena. A ligação entre mãe e filho naquela hora é uma coisa divina, os dois pareciam estar conectados pelo olhar. Luciana olhava tão placidamente nos olhos do bebê, com uma expressão tão terna e maternal estampada na face, que chegava ser excitante de ver.

“Como um ato puro e inocente como esse pode ser ao mesmo tempo tão erótico?” indagava mentalmente Roberto, se sentindo estranho pelo efeito que aquela visão lhe causara. Apesar de estar a maior parte do tempo ausente, já tinha visto várias vezes sua mulher amamentando, mas sem nunca prestar atenção no quão sensual aquilo poderia ser. Talvez pelo pudor, a imagem santificada que ele sempre teve em relação a maternidade o impedia de ver esse ato além do olhar de pai. Porém, a partir daquela noite, assistir sua esposa realizando esse papel, seria sempre uma experiência muito além do especial.

Enquanto divagava em pensamentos contraditórios, Luciana levanta o rosto e percebe a presença do marido na penumbra do corredor. “Oi amor, o que faz aí quietinho? Não vi que estava aí…” disse com uma voz doce e maternal, que soava extremamente sensual aos ouvidos de Roberto.

“Ah, estava aqui admirando esse momento lindo de vocês, não queria estragar a cena…” disse enquanto se adentrava lentamente no quarto.

“Ain amor, você é um lindo mesmo”

E continuaram em tom de voz baixo, quase sussurrando…

“Nunca tinha visto você amamentando assim”

“Assim como, amor?”

“Assim… Você e ele nus, sem nenhuma roupa…”

“Pensa que é estranho dar o peito desse jeito?”

“Não! Claro que não. Achei a coisa mais linda, inclusive”

“Sério amor? É que eu tive que limpar ele, estava com a fralda molhada de xixi e acabei deixando ele assim, peladinho mesmo… rsrs”

“E por que quis ficar nua também?”

“Ah amor, eu vestia só o macacão sem nada por baixo, ele tava molhado de leite e… Pra tirar o seio tenho que abrir o ziper nas costas… Então só abri e o deixei cair no chão, ficando nua” respondeu sorrindo meigamente com um brilho nos olhos.

“Entendi. Sabe amor… Nunca vi amamentação mais linda do que essa, uma mãe dando de mamar pro filho totalmente nua é uma imagem que não dá pra definir em palavras”

“Nossa, quem está sem palavras sou eu com você falando assim…” disse Luciana com um discreto riso. E continuou: “Além de ser muito gostoso dar o peito assim, li na Crescer que é saudável esse contato pele-a-pele com o bebê, é essencial na ligação amorosa entre mãe e filho, e no desenvolvimento emocional da criança”

“Interessante…”

Luciana se surpreende ao reparar na enorme ereção do marido apontando no pijama.

“Hummmm, parece que é também saudável pro papai que vê a gente assim rsrs” reparou rindo pro que via diante dela.

Ouvir isso da esposa foi demais pra Roberto e sem falar nada começou beijar eroticamente a boca provocante de Luciana. Ela reagiu gemendo e tentando dizer pra ele parar.

“Aaahh… Amor… Huuuull… Por favoor”

Luquinha já havia terminado, agora apenas chupetava e babava o bico teso da mamãe. Quando Roberto desprendeu a boca para beijar seu pescoço, conseguir falar com voz excitada:

“Para amoor, por favoooor… Deixa eu colocar o Luquinha no berço, ele já terminou”

“Tá bom minha gostosa, dá aqui que eu coloco nosso baby pra dormir”

Roberto o coloca no ombro para fazê-lo arrotar, com cuidado deita o garotinho no berço, dá um beijo na cabecinha e logo volta a agarrar a esposa como um legítimo macho alfa não se aguentando de tesão.

“Vamos pro nosso quarto, amor” fala Luciana tomada pela excitação.

“Não, vamos fazer amor aqui mesmo!” responde ele em tom autoritário.

“Mas… mas amor, e o bebê?”

“O que tem? Ele não vai entender nada e nem vai lembrar…”

“É… tudo bem” respondeu o beijando ofegante e gemendo excitada.

Luquinha ainda não estava com sono e continuou brincando no berço, alheio do que acontecia ali ao lado a sua vista. Papai já havia tirado o pijama e beijava a boca da mamãe por trás, roçando o pênis latejante no meio da bunda dela e com as duas mãos esfregando e apertando os seios, sentindo as palmas ásperas molharem com a saliva e o leite que ainda cobriam os bicos recém mamados pelo garoto.

Mamãe senta de volta na poltrona e mama com vontade o pênis grosso do papai como se fosse a mamadeira mais deliciosa de todas. Engole, lambe, beija, chupa… E papai geme de olhos fechados com as maravilhas que a boca da mamãe é capaz de fazer. Depois de alguns minutos degustando aquela delícia, o pau gostoso e cabeçudo do papai já estava completamente empapado da saliva da mamãe, que escorria a pingos densos até o chão e pelos cantos da boca dela.

Papai em uma atitude viril, coloca mamãe de joelhos sobre a poltrona que, até então, havia sido utilizada somente para realizar o ato mais maternal de todos: a amamentação.

Deflorar e foder magistralmente sua mulher no cantinho e no lugar que até então era imaculado pelo manto sagrado da maternidade, mexia ainda mais com a cabeça de Roberto. Ver o erótico e o perverso dividir o mesmo espaço da inocência e o sagrado, é um conceito absurdamente excitante para ele. E foi com esse pensamento eroticamente intrigante que ele penetrou com vontade a deliciosa vagina da esposa, dando inicialmente estocadas vigorosas e pausadas, aumentando gradativamente o ritmo conforme os gemidos sensuais de Luciana se intensificavam e soavam cada vez mais excitantes, esquecendo-se totalmente de que estava ali diante do seu filho delirando e quase gritando de prazer. Se dividia entre rebolar no pau de Roberto e senti-lo meter cada vez com mais força e velocidade, socando sem piedade sua boceta.

Após um bom tempo metendo como um verdadeiro macho selvagem montado numa fêmea no cio, Roberto se segurando para não gozar antes da hora, dá uma pequena trégua e puxa Luciana pelos braços, deixando-a em pé e se sentando ele na poltrona. Puxa a esposa com certa força pela cintura e a coloca para cavalgar sentada em seu colo de costas para ele. Ela, por sua vez, rebolava divinamente como nenhuma outra no colo do marido. Segurava os seios leitosos da esposa a beijando na boca que, nem assim, a impedia de gemer. Luciana sabia gemer tão gostoso que Roberto era capaz de explodir num orgasmo só de ouvi-la gemer daquele jeito.

Ela cavalgava e rebolava mais e mais, enquanto ele observava por trás aquele corpo que havia ganhado uma boa dose de beleza após a maternidade. Não tinha mais os longos cabelos para serem puxados enquanto fazia amor, mas era incrível como ela estava ainda mais atraente e sensual com aquele cabelo curto, que deu a ela a aparência de uma verdadeira e séria mãe de família perante a sociedade.

Em certo momento Roberto olha para o lado e vê Luquinha se apoiando em pé na grade do berço balbuciando algo com carinha de divertimento, como se estivesse os assistindo atentamente. Pensar que aquele serzinho inocente estava ali ouvindo sua mãe gemer e a vendo protagonizar uma cena digna de filme pornô… por alguma razão isso quase levou Roberto a gozar como nunca naquela hora, mas preferiu segurar um pouco mais.

Achando aquilo até um pouco engraçado, interrompeu os gemidos de Luciana e disse ofegante: “Amor, olha ali quem tá nos assistindo e adorando”

Ela se divertiu ao ver seu lindo bebê olhando atentamente o papai e a mamãe fazendo amor daquela forma e, para surpresa total de Roberto, ela começou conversar com o filhote entre um gemido e outro. Quase sem conseguir pronunciar direito as palavras, falava:

“Aiiin filhooo, tá gostando de ver, é? Tá gostando?… Aaaaaaaiiihhh… Ooooh… Olha como eu e o papai fizemos você… Uiiiiiiihhhh, que delíciaaaa…. foi bem assim, sabia?!”

Isso foi demais pra Roberto, ele jamais esperaria isso dela, foi mais do que surpreendente ouvir aquilo. Ela falando daquela forma, se aproveitando da inocência e incapacidade do nosso pequeno de entender o que acontecia, sem nenhum pudor gemendo e praticamente narrando tudo pra ele… Bem, aquilo foi simplesmente o ápice. E Roberto a estimulava a continuar falando mais e mais com o bebê, já prestes a ejacular explosivamente todo esperma que estava ali acumulado em seu saco.

“Aaaaah eu vou gozaaar amor, não aguento maaaaiss!” gemia ele com voz agonizantemente falha.

“Eu também amoooooorrr… Vamos gozar juntos?? Aaaaaaaaiiiiiiiiihhh… Vamooooos?”

“Sim minha tesudaaa… Vai, olha pro Luquinha e avisa que vai gozar! Vaiiii!!!” Implorou ordenando a esposa naquele momento de pouca autocrítica e razão.

“Olha aqui Luquinhaaa, meu anjooo… Olha a mamãe gozando no pau do papaiiii!!!! Ooooooooohhhhhhh… Caraaaalhoooooooo… To gozandooo, que delíciaaaaaaa!!!!” Luciana gritava rebolando loucamente sem parar sentindo os infinitos jatos de esperma jorrando dentro da sua boceta, ao mesmo tempo que Roberto urrava, gemia e sentia naqueles segundos o gozo mais supremo da sua vida. Era tanta porra sendo estocada, que a boceta chegava expelir de volta aos jorros aquela porra branca e grossa pra fora, escorrendo por toda a poltrona.

E o casal finalmente se desfalece na poltrona, completamente extasiado, tentando aos poucos se recompor. O quarto do bebê cheirava a sexo, o cheiro de esperma dominava aquele ambiente que, até então, era o mais puro e inocente cantinho da casa… Com a razão voltando ao controle da mente, a consciência pesa um pouco na cabeça dos dois, por terem feito tudo aquilo, algo que nunca ousaram antes fazer diante do próprio filho bebê como testemunha. Mas tudo bem, o importante é que valeu a pena.

Gostaram? Então comentem e aguardem as novas histórias que estão por vir.

Abraço a todos e até a próxima!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 1,00 de 1 votos)
Loading...