Virei escrava por chantagem de um leitor

Hoje vou contar como eu fui chantageada por um leitor.
Como todos sabem após cada conto eu deixo o meu contato de email. E por ele eu me comunico com muitos dos meus leitores. Um em especial chamou minha atenção e comecei a conversar mais, e cada dia conversas mais íntimas. Após muito bate papo e inúmeros pedidos, resolvi enviar uma foto minha a esse leitor e, apesar de nela não estar nua, era intima, eu posava de lingerie. E com uma peça linda, um espartilho vermelho que realçava minhas curvas e mostrava como o meu decote era bonito.
Assim que enviei, recebi uma mensagem dizendo: “Eu sabia que era você!!”.
Fiquei meio atordoada com aquela mensagem. Não entendi muito bem o que estava acontecendo. E respondi perguntando o que significava aquilo.
E a resposta me surpreendeu:
“Você disse que era universitária, falou sua idade e que morava em Belo Horizonte. Também sou daqui. E desde que comecei a ler os seus contos, eu que também sou universitário, passei a reparar em cada morena gostosa que via. Logo percebi que com traços de índia não eram muitas. E na minha faculdade mesmo só havia duas meninas assim. Hoje ao ver sua foto vi que você sua puta, é uma delas. Eu sei quem você é. Eu já pesquisei sobre você. Você sabe que nem todo mundo aceita com naturalidade os praticantes de BDSM. Se você não quiser que suas amigas patricinhas e todos saibam a puta que você é e se afastem de você, me encontre! Quero você!”
Fiquei com as pernas bambas. Sabia que tudo o que ele falava fazia sentido. Deu medo. Deu tesão daquela situação. Não sabia que fazia tanto efeito em alguém.
Respondi perguntando apenas o que ele queria de mim. E então ele marcou em encontro. Logo falei que não iria, mas ele respondeu que não estava brincando. As ordens deles foram que eu esperasse arrumada, assim como eu esperava quando encontrava com meu DOM, na porta da faculdade na sexta feira seguinte. Que ele me pegaria para passarmos um dia juntos.
E assim como ele mandou eu fiz. Sexta feira eu estava lá, na hora e local marcados. Ele parou o carro e me mandou entrar. Senti um frio na barriga, mas a situação me deixava extremamente excitada.
Quando entrei no carro, ele me mandou ficar calma e não fazer perguntas. Que iriamos a um lugar onde ninguém pudesse nos incomodar. Que ele tinha planos pra nós. Depois de algum tempo rodando chegamos a um sitio nos arredores de BH. Ele disse que lá era da família dele, que ele havia dado folga ao caseiro. Fez-me mandar mensagens para todos que eu achava que me ligariam dizendo que estava com uma enxaqueca terrível, que não sairia naquele dia. Disse q cada vez que o meu celular tocasse que eu seria muito castigada. Ainda bem que as mensagens fizeram efeito e ninguém ligou.
Chegamos ao sítio. Descemos do carro e fomos para a casa principal. Estava tudo vazio. Loucura a minha de ter ido. Assim que entramos na casa ele já me deu um tapa que me fez desequilibrar.
“Não é assim que você gosta vadia! Agora você vai ser minha e fazer o que eu quiser! E pode começar beijando meus pés!”
E se sentou no sofá. Ajoelhei, tirei os seus sapatos e beijei seus pés.
Nessa hora ele puxou meus cabelos e me deu mais um tapa. “Isso vadia! Agora eu tenho outro lugar mais legal que eu quero sua boquinha. E quero que você me chupe até eu cansar. Hoje seu mestre sou eu! Obedece! E tira essa roupa, que quero te ver igual na foto que você me enviou!”
Segui cada ordem dele. Eu estava com medo. Com o meu mestre, por mais que cada encontro fosse uma surpresa, era tudo conversado e eu sabia que podia parar quando eu quisesse. Mas ali não, eu estava no poder de um homem que eu mal conhecia e que queria fazer comigo tudo o que eu narrava nos contos.
Fiquei assim como na foto que tinha enviado, só de espartilho vermelho, com as ligas que prendiam na renda da meia 7/8 que usava. E de quatro com o rabo empinado fiz o melhor boquete que consegui… Passei a língua em cada centímetro daquela pica grande que ele tinha, chupei as bolas com vontade, mordi bem devagarinho aquela cabeçona. Ele delirou de tesão e eu comecei a gostar daquilo. Fiz tão bem feito que logo jorrou porra na minha boca e na minha cara inteira. Aquele gozo parecia estar guardado há tempos para mim.
Ele gostou tanto que quis retribuir e trocamos de lugar. Ele me colocou deitada no sofá com as pernas bem aberta e começou e me chupar deliciosamente. Mordia o meu grelinho, e começou a enfiar os dedos dentro de mim. Eu gemia me contorcia, unhava seus ombros e costas. Mas o tesão era tão grande que eu não parava quieta. Ele então disse que sabia o que fazer. Levantou-se e tirou umas cordas de dentro de uma sacola que ele trazia. E para a minha surpresa ele sabia usá-las muito bem. Tirou-me do sofá e prendeu-me de quatro numa mesa. Amarrou os meus tornozelos aos pés da mesa e meus punhos foram presos juntos, com uma corda grande que foi fixada na outra ponta da mesa. Eu fiquei ali presa completamente imóvel. Ele ainda colocou uma venda nos meus olhos. A tensão era grande, mas o tesão era cada vez maior e eu já estava encharcada. Ele começou a me bater. Só repetia que sabia que era assim que eu gostava. Como não tinha um chicote ou cane usou um chinelo velho de couro, que fazia o mesmo estrago. E quando eu comecei a gritar ele colocou um pano na minha boca e passou uma fita metálica para prender.
Minha bunda ardia a cada chinelada. E ele ria. Deliciava-se com aquela situação. Logo depois ele passou a mão na minha xana e ao ver que ela estava completamente molhada começou a enfiar seus dedos dentro dela. E naquela empolgação os seus dedos acabaram escorregando para o meu cuzinho. E logo ele estava colocando a cabeça da sua picanha entrada naquele buraquinho apertado. E de uma vez eu a senti me invadindo. Queria gritar, mexer, mas não podia. Ele penetrou no meu cuzinho sem dó nenhuma. Cada estocada era mais forte que a outra. Ele ficou ali naquele movimento por muito tempo. E quando eu pensei que terminaria ele apenas trocou de lugar.
“Calma vagabunda. Calma que eu estou só começando! Vou foder você todinha! Até você implorar para eu parar! Seu cuzinho apertadinho é delicioso mas agora eu vou provar sua xaninha… mas não precisa preocupar não, que como eu sei que você gosta, eu até queria comprar um plug, mas como não encontrei comprei um consolo comum mesmo! E enquanto fodo sua xaninha vou brincando com seu cuzinho.”
O consolo que ele comprou parecia um de verdade, era um cacete muito grande, e que vibrava muito. Ele começou a foder minha xana e logo em seguida quase me arrombou o cuzinho com aquele brinquedo. As lagrimas até pingavam. Ao mesmo tempo em que doía muito o prazer era imenso e eu gozei loucamente varias vezes. E cada vez que ele percebia que eu gozava ele intensificava os movimentos. E em seguida eu senti minha xana se enchendo de porra.
Depois disso ele me soltou, tirou de uma vez a fita metálica do meu rosto, e disse para eu ficar quietinha. Sentei no chão nos pés da mesa e esperei. Ele saiu, demorou um pouco e voltou me trazendo água numa tigelinha de cachorro mesmo e disse que queria ver o porquê do meu senhor e dos seus amigos gostarem tanto de me ver daquela forma. Então fiquei de quatro com o rabo bem empinado e como boa cadela que sou saciei minha sede.
“Ah agora eu sei o porquê! A visão é mesmo linda. E pensar que você é minha cadela, que vai fazer o que eu quiser, me deixa mais excitado ainda.”
Dizendo isso ele se abaixou, acariciou minha bunda castigada e enfiou novamente os dedos no meu cuzinho.
”Você é minha cadela, e é assim que eu gosto. Agora anda assim pra eu ver… Anda que eu vou te guiando…”.
Amarrou a corda no meu pescoço e me conduziu pela casa inteira. Até chegarmos num quarto. E ele me pegar pelos cabelos e jogar na cama. Prendeu mais uma vez meus punhos e tornozelos às extremidades da cama. Saiu e voltou com velas e pregadores. Mas antes de usa-los ele ficou em cima de mim. Arrancou o espartilho e começou a morder meu pescoço, desceu para os meus seios, e mordeu com força os meus mamilos. Em seguida passou pela minha barriga mordendo levemente e terminou no meu grelinho. Colocou aquele mega consolo novamente no meu cuzinho.
Depois disso ele acendeu uma vela e começou a pingar em mim. Contornou meus mamilos, meu umbigo e na minha virilha. Apagou a vela e começou a colocar os pregadores. Prendeu os lábios da minha xaninha. Apertou forte nos mamilos. Eu não tinha mais onde ficar molhada. Saiu e me deixou ali.
Voltou com uma câmera e me fotografou naquelas condições. Disse que estava garantindo que eu seria dele outra vez. Após varias fotografias, mostrando cada pedacinho meu, ele tirou o vibrador e me fodeu novamente. Usou meus seios para uma espanhola, me fez fazer outro boquete. E gozou tanto na minha cara que foi porra até nos meus cabelos. E desse jeito varias outras fotos foram tiradas. Com a sua pica na minha boca, com minha cara gozada, com o consolo enfiado no meu rabo.
Quando fez comigo o que quis, usou e abusou do meu corpo, ele me soltou e mandou que eu me vestisse. Mas que o espartilho e a calcinha que eu usava ficariam de suvenir, que ele guardaria para sentir meu cheiro.
Não me deixou tomar banho. Apenas me limpar. Então me fez guardar e arrumar tudo e fomos embora.
“Espero que tenha gostado vadia! Eu ainda não tenho experiência, mas vou aprender e a partir de agora serei seu outro dono. Digo outro porque ainda quero ficar com você junto com o negão do Rio de Janeiro. Mas você terá que me dar satisfação de cada passo seu, e sempre que me der vontade, com exceção da hora que eu souber que você estiver na aula eu vou te ligar e você vai me servir, e vai fazer o que eu quiser.”
Quando fui responder, ele mandou a mão na minha cara e disse que era pra eu acostumar, que eu só devia responder quando ele autorizasse. Então apenas acenei com a cabeça e ele me mandou sair do carro.
Sai. Entrei no meu prédio, cheguei ao meu apartamento e a primeira coisa que fiz foi entrar para um banho, e enquanto me banhava tentava assimilar tudo o que tinha acontecido naquele dia. O pior para mim é que eu tinha gostado daquele controle a qual eu estava sujeita. E quando me dei conta já me masturbava debaixo do chuveiro.
Terminado o banho, passei na cozinha, fiz um sanduíche e fui para o meu quarto. Liguei a tv só mesmo para cortar o silêncio, deitei na cama e liguei o meu computador. Quando chequei o meu email, vi que tinha uma mensagem dele. Abri e, para a minha surpresa, já era uma coletânea das fotos que ele havia tirado de mim. Com apenas uma frase: “Você agora é propriedade minha!”.
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