Ainda Virgem Fui Estuprada

Eu tinha acabado de fazer 18 anos, nada conhecia de sexo, mas morria de vontade de fazer. Sou ruivinha, branquinha, olhos verdes, seios grandes (bem grandes!) e duros, cinturinha estreitinha, bundão redondo e coxas grossas, tenho 1,65m e pezinhos delicadinhos que deixam muito peão de obra babando de tesão. Minha casa naquela época ficava numa região afastada da cidade, ladeada de terrenos baldios, longe de tudo. Naquela tarde calorosa de janeiro, eu estava sozinha em casa, meus pais tinham saído e eu fiquei lavando a louça do meu almoço. Minha blusinha branca ficou toda molhada e eu estava sem sutiã, meus peitões estavam todos acesos e bem durinhos.
Não só a blusinha tinha ficado molhada, mas também meu shortinho cor de rosa apertadinho que quase mostrava meu bumbum redondinho e lisinho. Estava descalça por causa do calor e depois de lavar a louça fui para o quarto, toda molhadinha mesmo, assistir um pouco de televisão. Era um dia chato. De repente, escutei alguns ruídos na cozinha e fui ver o que era… Foi quando levei o maior susto da minha vida… Dois caras estavam vasculhando tudo. Um era baixinho e barrigudo, todo suado e fedendo. O outro era um garotão ainda, forte e sadio, mas ainda sim fedendo e suando também. Quando me viram daquele jeito, toda gostosinha e assustada correram na minha direção sem me dar tempo de gritar.
Agarraram-me e foram me passando a mão e mordendo o meu pescoço, os seios, onde a boca deles pegava eles mordiam. Comecei a gritar, mas eu sabia que ninguém ia me escutar. Então o garotão me levou para o quarto enquanto o gordinho vinha com uma corda que eles tinham trazido pelo visto. O garotão me jogou na cama com tudo e bati minha cabeça, ele veio por cima de mim e me segurou os bracinhos, enquanto o gordinho amarrava minhas mãos aos lados da cama. Eu gritava muito e pedia socorro e eles diziam:
– Grita, putinha, você vai ser estourada agora mesmo! Quanto mais você grita, mais meu pau cresce pra te rasgar! Vai tomar rola, vagabunda!
Eu estava desesperada e fiquei mais ainda quando eles tiraram minha roupa toda, me deixando peladinha. Minha bucetinha é lisinha, porque eu já nasci assim. Foi quando eles amarraram meus joelhos e passaram a corda por debaixo da cama, puxaram forte e de uma forma que minhas pernas ficaram arregaçadas, bem abertas. Eu estava totalmente sem poder impedir deles me estuprarem ali mesmo. Eu suava por causa do calor e o suor se misturava ao do garotão, que foi o primeiro a tentar me arrombar. Seu pau era pequeno, de uns 10cm, fino, não ia doer muito, pensei eu. Mas eu era virgem e mesmo assim doeu um pouco. Como eu berrava e pedia por socorro muito forte, o baixinho resolveu me amordaçar com uma bola de meia e uma fita crepe que ele achou em algum lugar da casa. Fiquei totalmente imobilizada, amordaçada e eles podiam fazer o que quisessem comigo. Eu chorava e o choro se misturava com meu suor. O garotão socava na minha bucetinha, mas eu quase não sentia nada, porque o pau dele era pequenininho. Finalmente ele gozou:
– Uh!!! Meeeu… Que gostosa!!! – e me deu um tapa na cara.
– Agora é minha vez! Prepara-se, putinha, você vai ver o que é caralho! – disse o baixinho.
Quando eu vi o tamanho do pau dele, fiquei apavorada. Era enorme, tinha uns 26 cm e 6 cm de grossura. Era um descomunal cacete, que eu não ia aguentar. Esperneei, tentei gritar, me sacudi toda, mas ele colocou o caralhão dele na entrada da minha bucetinha e começou a forçar. Urrei de dor e mordi com força a bola de meia. Eu chorava, suava, apertava minhas mãos e tentava desesperadamente me soltar, mas eu estava imobilizada. Ele foi entrando e me dilacerando a bucetinha. Como se isso não bastasse, o garotão batia punheta e me dava tapas na cara, na bunda, nas coxas, e doeu mesmo quando ele pegou o cinto dele e começou a bater nos meus pés. A dor e a tortura eram insuportáveis. Finalmente o descomunal cacete do baixinho entrou inteiro. Eu sentia cada centímetro do caralho dele pulsando dentro de mim. O baixinho se jogou em cima de mim e começou a socar o pau dele com força, enquanto ele ficava bem na altura dos meus seios e chupava, mordia e lambia os dois, que eram grandes já naquela época. Enquanto isso, o garotão batia em mim com a cinta dele. Eu estava quase desmaiando depois de 15 minutos do baixinho cavalgando em cima de mim, arregaçando com meus peitões e do garotão batendo na minha cara e nos meus pezinhos delicados com a cinta dele. Aquele baixinho não gozava só socava com muita força, arrebentando com tudo dentro de mim. Pareceu interminável aquela tortura, mas finalmente o baixinho gozou.
– Caralho! Puta ninfeta gostosa! – disse jorrando porra dentro em mim.
Senti todo o jato forte dele no meu útero e era tão forte que até a gozada dele doeu dentro de mim. E não parava de gozar, até que senti a porra dele esguichar da minha bucetinha toda arregaçada pelo pau dele, como o pau dele ainda dentro.
O baixinho saiu de cima de mim. Eu estava sem força e a ponto de desmaiar. O garotão lambeu meu rosto, deixando uma baba fedida e disse:
– Se você contar pra alguém, a gente volta e mata você. Pra garantir que você, puta do caralho, não vai contar nada, toma uma lembrancinha nossa. – e me deu uma cintada tão forte na buceta que com a dor eu acabei desmaiando.
Acordei sem ninguém em casa, desamarrada. Rapidamente fui tomar um bom banho e arrumar a casa, porque minha vergonha era muito grande para contar pra alguém.
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